sábado, 24 de outubro de 2009

Abrindo os olhos pra realidade.

É, até quem a gente ACHA { só acha} que é nosso amigo, amigo do peito, melhor amigo, nos magoa, de maneiras que nunca iriamos imaginar... E começamos a ver coisas como “Porque já defendi essa pessoa?” “Porque ainda falo com ela?”, e coisas do gênero... Agora, NÃO, NÃO AGUENTO MAIS, ser maltratada até porque quem eu acho que são meus amigos?Acho que nem mesmo meus inimigos me magoam dessa maneira... Será que agora ninguém vê o significado de realidade, amizade, amor, humilhação, e tais coisas como essa?
Poderia ir na mesma moeda né?Mas sou uma pessoa sensível, delicada e PRINCIPALMENTE educada, coisa que essa pessoa INÚTIL não é, e ainda tá muito longe de ser... O que eu fiz?Chorei. Mas dá próxima, pode ter CERTEZA, vai ser na mesma moeda, cuidado.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Um fato, uma vivência.

Quem diria que para uma garota de quartorze anos, passaria por tantas coisas?Tantos desafios, tantos momentos – bons ou ruins – que valeriam alguma coisa, me ensianaram algo, nem que fosse no futuro. Certas escolhas ou pensamentos da nossa vida, podem fazer mudanças a quais podemos não conseguir voltar atrás, e errando na escolha, podemos estar errando na vida.
Errando na vida, estamos errando com as pessoas, sendo injustos e os magoando, algo que desde o começo estávamos a tentar evitar. Amor, carinho, amizade, um abraço, a lágrima mais profunda... Nos confundimos demaiscom isso, e ás vezes, nem entendemos...

Talvez...


Ficando entretida com o meu computador, com conversas, à simples “viagens a outro planeta”, junto a isso, claro, música, o que me ajuda e atrapalha ao mesmo tempo, que me dá animação e sonolência, e principalmente, mesmo não tendo ABSOLUTAMENTE nada a ver, me lembrar de coisas que quero esquecer.
Que quero esquecer, desde o momento que percebi que estava pensando constantemente nisso, falando também, até que.. Quando não existia mais, em apeguei de pior maneira. Da maneira, que não consigo mais chorar, e sim, fechar os olhos e sonhar... Rio, para ter graça, para desviar o pensamento, transformando o sofrido no mais cômico possível.

Falamos coisas em vão, azemos também... Será que eu estou no pensamento de alguém?

Ausência.

Sinto ausência, ausência de algo, de um sentimento, de um palavra, ou até mesmo de um confiança... Me sentindo sozinha junto a multidão, o mal que os outros fazem ou pensam sobre mim, acabam me acertando de alguma maneira, uma maneira meio indireta, mas ainda acerta.
Tomando conta de tudo, ouvido a ouvido... O que realmente tá acontecendo? Pensei que meus problemas iriam se resolver, e junto a falsidade a minha volta sumir, mas ela está em todo lugar – até poderiam disfarçar.
Ausência de me sentir bem com algumas pessoas, ou em relação a elas.

Escolhas, decisões.


Ás vezes a vida é injusta com a gente, e faz coisas que queríamos acontecer, mas não no momento certo, e tudo se complica, se sensibiliza, e aí vem a escolha do bom e ruim, do certo e errado... Mas se na escolha não existe o ruim, e nem mesmo o errado? Só aquele medo de perder algo precioso, ou a pessoa importante venha a cair uma lágrima do seu rosto.
O pior é que ainda existem pessoas no mundo que tem o “dom” de confundir certas proezas com defeitos, tais como preocupada com insensível, seguir a vida, ser feliz, como má pessoa, ou algo do gênero, ou até achar algo, onde não há nada pra achar.
Então, sofro por ser diferente, pelo modo de não aceitar o mais fácil, ter um desafio, mas às vezes só queria ser igual as outras que só tem um amor, e nada de escolhas e decisões de que perturbam, e que a cada segundo a faça chorar.
A vida é difícil, e ainda faço questão de complicá-la e fica presa em quatro paredes, entre um e outro, entre o que devia pensar... Queria conseguir viver sem me preocupar.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Meu presente...

Revirando a minha vida, meus pensamentos, objetos que já me apeguei... Me prendendo com coisas que não sei se voltam, e se o meu presente agora é o que eu quero pra mim, se das decisões que tomei até hoje se realmente não poderiam ter mudado meu presente, pra que essas lembranças fossem agora a minha realidade, e não me prendesse à coisas inexistentes.
Amor, acho que ainda me confundo com essa palavra, ainda maias quando se fala do passado, que geralmente venho a negar que nunca te amei, mentindo pra mim mesma, ou até falar "amei por amar". Também levo, o amor, a palavra, o sentimento, e a frase "Eu te amo" muito a sério, um minuto sem essa frase, ou sem conseguir enxergar isso nos olhos claros mais profundos, me despedaço, juntos com o meu coração, que necessita de um pouco de carinho, e um amor pra se orgulhar e dizer "É ele".
Apesar de achar que "ele" já passou na minha vida, ainda tenho esperanças de outros "eles"... Só tento não chorar.

Um dia cansativo.


Cansada de um dia difícil, e desse modo, ouvindo música, deitada numa beliche e se aconchegando no seu coração de pelúcia rosa, junto com seus pensamentos complexos, confusos e alguns, até inúteis.
Vontade de chorar por motivo algum, ou por um motivo bem escondido entre a alma e o subconsciente, mas que sei também que sou forte o bastante pra sorrir pra vida, inimigos, e os que me desejam mal, ignorando a minha vontade de chorar, e que não são eles que tem o pode sobre mim, e sim eu, por conseguir em momentos realmente impossíveis ter uma atitude dessas.
Caneta e papel na mão, um dom ao certo, que muitos tentem ter, e acreditam demais em ter algo que não existe – pelo menos, não pra eles.Atitudes que mudam, personalidade também, porque a sociedade rotula e "desrotula" tudo e todos?Por quê, pra quê consumismo, futilidade, pensamentos egoístas e errados?
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