Confiança é tudo. Então garota,  sobe no salto agora! Mas o salto mais alto, brilhante e lindo que tiver. Eu sei que parece que não consegue andar com ele, a altura parece demais para conseguir se equilibrar por muito tempo sem cair. Mas ficar de cabeça baixa, não vai lhe ajudar a andar com equilíbrio. Cabeça erguida, vamos lá! A cada passo sinta o poder que você realmente tem e sempre teve em suas mãos. Lembre-se só de suas partes boas e otimista. E ande com orgulho, com amor a si mesma. Egocentrismo? Se você não se importar, não confiar em si mesma e blablabla, quem mesmo que vai?
Você é a rainha do baile, com a coroa mais reluzente de brilhante. Você é uma rainha que não depende de um rei batendo à sua porta para te buscar com seu cavalo branco ou carruagem antes do baile. Consegue reinar tudo aquilo que muitas precisam de um rei, sozinha. E talvez, talvez... Um rei a queira mesmo sabendo que não há espaço no reino para ele, mas no seu coração possa ter. Um rei que não temesse o salto alto e a tiara de brilhante. Um rei que não se importasse o quanto a rainha poderia brilhar e ele parecer só ficar apagado por traz de tanto brilho de confiança.


— Vai dar tudo certo, tá? – Guilherme, a apoiando.
— Promete? E se não der certo? Você vai vir pra cá só pra eu chorar no seu ombro? – Com medo em sua respiração, desde então já trêmula.
— Vai dar certo. Não tem "e se não der certo". Vai dar certo.
— Como tem tanta certeza?
— Apenas coloque a certeza em você. E ganhe confiança em si mesma.
— O "e se" não existe então?
— Não. Apenas o "vai dar certo".
— Então vai dar não é? – Heloísa emocionada, e com um leve sorriso no rosto. Sorriso que não conseguiu obter o dia inteiro.
— Sim! Vai dar certo! Confiança Heloísa! Confiança.
— Obrigada mesmo.  – Com lágrimas de emoção escorrendo pelo rosto. As limpando com seu enorme moletom que sobravam em seus braços.

Palavras que saíam de uma conversa online. Palavras sábias e amigáveis de um amigo virtual. Porque o que está longe é o que realmente merecia estar perto.


A melhor em moda. Desenhista, modelista, estilista. A melhor em música, ou pelo menos no seu instrumento, na bateria. Em improvisar, em tocar músicas, em montar ritmos. A melhor escritora. Com licença poético ou não. Com palavras difíceis ou não. A melhor nos estudos. Em química principalmente, mas queria ser a melhor até nas que parecia pior. E ter o orgulho de sentir que conseguiu. A melhor em se sociabilizar. Com piadas, brincadeiras, risos. A melhor namorada, mulher. Sendo fofa nas horas certas, sendo compreensível, bonita, legal. E todos os quesitos, apesar de muitas ela já ter. Queria prendê-lo com seu amor, e com sua possível "sedução".
A melhor em viver. A melhor pra ele. Ao mesmo tempo que queria não querê-lo.


De novo aquela vontade repentina de chorar. E dessa vez tinha até trilha sonora! Soava estranho pois há pouquíssimo tempo estava bem com seu novo vestido favorito - antes de arrumar seu quarto e achar relíquias do passado; Antes de conversar com Serena, uma de suas melhores amigos na época.
Conversar com Serena, deixá-la desabafar, querer sair juntas, simplesmente conversar e lembrar foi bom, mas ruim ao mesmo tempo. Fez com que Veronica percebesse que naquele ano todo não havia visto, saído e muito menos conversado direito com Serena. Não sabia nem seu novo número de celular.
Nisso deu valor ao que agora estava longe, e o que estava perto parecia desprezável. Desprezável por falta de valor dado à Veronica. Queria chorar de raiva e de tristeza. Dois altos extremos. Saudade de todos que estavam longe.
Pois ainda haviam segredos guardados dentro de si, e que só eles podiam ouvir, entender, aconselhar e não julgar. Até chorar junto. Pois a conexão é forte.


Sonhos estranhos e distintos à perseguiram em uma só noite. Houveram sonhos de terror; de drama, mas um drama mais romântico; de amor; e sonho de sonho, sabe sonho do que sempre se sonha sem precisa fechar os olhos?
Ela teve um pesadelo com espíritos, relacionado a espelho, e que estava brincando com ela. O bafo que ficava do espelho, sem ao menos ter como ter um bafo, aparecia o rosto dela, de várias formas, sorrindo, normal, e assustada. Larissa - no sonho, logicamente - pegou um batom vermelho e começou a escrever o enfrentando, e então acordou. Se sentiu tão, mas tão ameaçada.
Houve outro sonho, real demais. Lá estava ela, adulta, com todos seus sonhos realizados. Grávida de seu tão amado marido. Não mais amado do que Otávio.

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Extremamente cansada de clichés, de toda que vez estava com o lápis e papel na mão pensar nele e simultâneamente escrever palavras intensas sobre. Talvez simplesmente transbordasse sentimentos em si, que escondia por... medo. Sim, medo. "Que cliché horrível!" Pensava Marrie. Não se conformava em como estava tratando sua própria vida como cliché, apesar de odiar tal. Tão tão cliché, dava ânsia. Dizia não se agarra, que iria "deixar rolar" e então piscou o olho estava sentindo mais do que se permitia. Isso não se parece muito familiar? Sem contar o medo depois de tudo isso.
Sentia falta, falta da surpresa, falta do inesperado, falta de estar com o pensamento errado. A vida de Marrie tinha virado uma comédia romântica para garotas mal-amadas por acaso? Estava certo demais, estava sem riscos. Não estava surpreendente. Surpreendente como no dia em que tudo isso começou. Como nos dos dias. No dia dos olhares e aparição repentina, e no dia do começo do romance! Sim, aquilo foi do coração sair pela boca e voltar. Queria sentir aquilo todos os dias, ou pelo menos quase todos. Medo? Que tal trocar por risco de surpresa?
Seu coração podia bater forte, borboletas no estômago. Podia mudar. Fazer tudo diferente parar ver o que vai dar, e depois entrar na sua máquina do tempo se tudo der errado e voltar e continuar tudo do jeito certinho. Mas não tem máquina do tempo. É agora? Ou é nunca? Havia escolhas. Havia o melhor. O mais divertido. O que faria o querer ser poder. De certo modo era confuso. Ela queria fazer a diferença naquilo que estava acontecendo. Aquilo, pois nem ela mesma sabia ao certo o que era.


Estava brigada com sua inspiração há semanas. Suas maiores fontes de tal eram a escrita e a moda. Muitos papéis foram jogados fora, e muitas palavras desperdiçadas aquela semana. Não diria desperdiçadas, mas a cada vez que juntava palavras como fonte de inspiração, elas se perdiam dentro do caderno perdendo o seu sentido real. E a moda, ah! A moda. Não conseguia desenhar algo inspirador, vestir algo inovador, e nem inovar o que já havia caído, se sentia perdida sem a inspiração que sempre ficou dentro de sua doce alma.
Resolveu então brincar com suas roupas velhas e tentar inovas, um jeito novo de chamar inspiração. Porque a inspiração adora uma boa brincadeira. Pegou seus jeans mais velhos e que havia esquecido da existência para então transformar. E passou horas brincando com a tesoura, tecidos e agulhas. Grand finale: Um short esportista meio surrado, e um jeans rocker surrado e rasgado. Bendita santa inspiração, voltou com doce vigor! Que não se vá, pois você motiva a vida de Isabelle. Não mais do que a fonte de toda a inspiração que há, um ser como inspiração! Volte todo dia e bata à sua porta querida inspiração. Não a deixe na mão.
Você sentiu a felicidade de Isabele ao ver que você havia voltado. Ao ver que tudo deu certo, e não perda de tempo como as falsas esperanças sempre a mostravam. Ah, falsas esperanças! Essas sim poderiam evaporar, virar fumaça. Mas grudam que nem chiclete.


É tão hipócrita, infantil e estúpido. Garotas que se acham crescidas e maduras o suficiente, porque ... Namoram. Porém dependem do outro, para tudo. E se não fosse pouco, usam como pretexto, culpam o amor por isso! Ah, ele devia ter o direito de se defender de tais ofensas, as únicas culpadas, são elas mesmas.
Não tem ar, não respiram se ele não respirar. Não saem de casa, se ele não sair - com elas, logicamente. Não vivem, se ele não viver. Quem infelizmente nunca ouviu a típica frase "Estou dependendo dele" ou "Se ele for, eu vou!" depois de alguma frase, convite. É, todos, eu sei. Do mesmo jeito que sei também que bateu uma indignação ao ouvir alguma dessas frases.
Não vivem, se ele não viver junto. Não tem personalidade alguma, a não ser a dele roubada. Depois choram por tudo ter acabado, sem enxergar seus erros, e o culpam. Pobre garoto. Sendo que, a culpa é toda da garota. Por não saber ser livre, e nem ser você mesma, saber quem é você! Como isso? Isso definitivamente não é amor.
Depois de viver, descobrir-se... Ela poderá ser madura pra saber que um casal é formado por dois indivíduos diferentes. Isso que atrae, opostos. E que aquilo, não era amor. Somente viva.


A data era bastante conhecida em toda parte do mundo, menos aonde Caroline morava... No Brasil! Porém com um milagre, conhecia pessoas como Melissa. Que tinham espírito de Halloween. E resolveu dar uma grande festa em comemoração às bruxas, mortos-vivos e todos os afins. Em pleno dia de semana. Mas isso não era problema para Caroline.
Se produziu de uma maneira que queria pisar na festa e receber elogios. Necessitava que sua vida fosse um pouco de vida de seriado americano de vez em quando. E aquela data estava prevista para isso. Não tinha de fato um fantasia, e planejou a sua própria com sua sobra de criatividade e estilo. Cores como roxo, preto e vermelho completaram seu visual. Um cabelo com volume, uma maquiagem carregada, e voilá! Foi duas horas atrasada para a festa, seu melhor amigo estava à sua espera na porta de sua casa.
No caminho para a festa da Melissa, eles conversaram. Ela, não ouvia metade do que ele dizia, mas fingia prestar atenção, pois a cabeça dela tava em outro lugar - Em outra coisa, para ser mais específica. Colocou os pés na festa, que de começo, não se animou muito. Depois, abraçou, riu, zuou com os seus amigos... E tudo muda, não é? Se soltou, foi para a pista de dança, e dançou apesar de não saber. Seu corpo se conectou com a música. E com seus sentimentos bons recentes.
Começou a pensar no que de fato se havia se impregnado da maneira mais forte em sua cabeça.  E o que a fazia pensar nisso, não estava lá.

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Pegou seus lápis de cor. As cores mais citrícas, fortes e alegres. Olhou para eles, e deu um leve sorriso de lado. O porquê? Sua vida estava preto e branca demais, no máximo cinza. Isso, há uma semana, depois daquele acidente de sinceridade. Fazia tempo que esses acidentes não ocorriam, e a machucavam.
Não estava quebrada, não estava intacta. Talvez um leve fratura ou torção. Nos lugares mais sensíveis, por motivos mais ainda. Amizades, confiança. Coração, mente. Seu corpo respondia as leves fraturas ou torção. Seus olhos por um momento não podiam aguentar, e soltaram sua lágrima... Dessa vez, cinza.
Precisava pintar seu mundo. Mudar aquelas cores. Os lápis estavam há sua frente. Tinha que criar coragem, pegá-los e ir a luta. Não seria fácil colorir tudo enquanto corresse contra tempo, pois havia uma pessoa que enquanto isso estava transformando tudo em preto e branco/cinza.
Os jogou no chão e sorriu mais e mais. Com esperança de alguma coisa, de alguma força que nem ela mesma entendia. E então deitou em cima dos seus lápis. Muitos a chamariam de louca. Mas Marie, estava somente deitando nas cores, para então sugá-las e por onde passar, as cores estarem com ela.
Nunca deixe que ninguém transforme seu mundo em um mundo cinza. Deite nas cores para conseguir suas forças novamente.


(...)
— Bom, poder... pode né. Mas me explica isso direito!
Josh pega o celular da mão de Madeleine e já começa a explicar para sua sogra.
— Oi Ana, aqui é o Josh! Sua filha vai viajar comigo, como presente de aniversário e de presente de namoro. Não irá só eu e ela. Meu avô vai com a gente, aliás, ele convidou. Vamos ficar uma semana, num hotel relativamente chique. E se houver problema de ficarmos na mesma suíte, apesar de saber tudo que a Má faz, só me dizer. Mas como é o sonho dela, acho que poderia dar uma forcinha com o resto da família. Até porque você é muito mente aberta. E como é presente, meu avô faz questão de pagar, se isso também for um problema - Lhe explicou tudo que dava sobre a viagem ainda não confirmada dos dois. Dando ótimos argumentos
— Meu Deus! Minha filha tem o namorado mais educado e responsável do mundo. - Ela deu uma leve risada - Depois de me informar tudo, detalhe por detalhe, tudo bem, eu deixo. E por mim, não há problema com a suíte. Só diga pro resto da família que é separado.
— Muito obrigado, nós dois agradecemos muito. E pode deixar que tudo que precisar, eu dou um jeito. Inclusive as faltas no colégio por um semana que ela terá. - Muito agradecido, Josh agradece
— Está bom, agora vou continuar trabalhando. Beijos e se cuidem - Ela desligou.
Josh olhou para Madeleine, correu para lhe dar um abraço muito forte,

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Era uma quinta-feira, seu aniversário de dezessete anos. Todos achando uma maneira de lhe dizer parabéns. Só ele que ainda não havia feito. Porém, o dia ainda não tinha acabado. O telefone toca. É um número desconhecido e familiar em seu subconsciente. Quem em nenhuma hipótese passaria pelo seu pensamento, somente disse "Parabéns Madiiie!" - Só pela maneira que a chamou,  já desconfiou que fosse Pietro. Foi uma reação sem reação. Um velho amigo que a abandonou há três anos e meio atrás. Era ele mesmo, e logo após parabenizá-la, se desculpou por sumir e voltar assim e por tudo que podia se desculpar. Marcando então uma saída entre amigos para um dia no final de semana, no sábado.
Quase no fim do dia, faltando um minuto para à meia-noite. O tão esperado ele, Josh. Seu namorado recente, e seu amor antigo. Sempre com essas brincadeiras de fingir esquecer das datas mais importantes, bateu há sua porta. Sim, estava em sua casa às quase meia-noite para lhe desejar o melhor aniversário. Madeleine aproveitou então para já avisá-lo, que naquele sábado iria se encontrar com Mauro. Josh parecia entristecido. Ela lhe perguntou o porquê. A razão? Naquele sábado, eles fariam um mês de namoro. Ela, que sempre lembrava de cada data, havia se esquecido completamente.
Josh não se segurou, e não iria deixá-la sair com seu amigo e deixar a maior oportunidade e sonho de Madeleine ser jogado fora por querer guardar a surpresa.
—Meu amor, você quer ir para Londres comigo?

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Aquele tempo escuro, frio e com chuva mexia demais com aquela garota mulher. Fechava os olhos, e começava a pensar. Ouvia um som, se arrepiava. Via uma cena de tristeza, de amor, e seu coração batia forte demais. A cada suspiro, a cada piscar, eram produzidos arrepios, coração acelerado e uma vontade imensa de chorar. O que era aquilo? Era o que Fernada queria saber.
O arrepio não era de frio, estava agasalhada o suficiente, e ainda sim estava sentindo um calor passar pelo seu corpo inteiro. O coração batendo forte não era por causa do escuro. O choro, não era porque queria acompanhar as gotas da chuva. Talvez aquilo fosse como uma febre, batalhando e avisando pelo o que está por vir, algo que se corpo julga ruim, e seu coração, talvez, só talvez... Não ache.
Pensativa demais. Inspirada como nunca. Com medo dessa "febre" repentina que não queria passar. No fundo, ela sabia o que estava por vir, eram simples sinais. Sempre foi assim quando isso estava para acontecer. Nunca, tão forte como agora, tudo em excesso.

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 Sentia não conseguir se expressar tão bem como antes com seus textos. Fosse pra alegria ou para angústia. Tudo de mais importante, que Elena mais amava e prezava estava se perdendo num abismo. Prós e contras. Dessa vez, toda situação parecia se reverter e sua estima estar abaixo de zero. Os prós - antes - ganhavam, nesse momento os contras estão no topo, e prós lutando para se salvar do abismo que podia os esperar. Ainda havia uma parte forte e com muito brilho e importância nos prós, que a iluminava e amedrontava também.
Mudanças drásticas, das coisas mais importantes. Já havia alguns que estavam entre a luz e o abismo. Os que se perderam ... Traições ... Desabafos inimagináveis com pessoas inimagináveis também. Aquele(s) que Elena sempre colocou a mão no fogo e protegeu - acha que era recíproco. Tudo parecia soar mentiroso demais. As partes ruins da vida o mudou mais ainda. Frieza e agressividade em seu corpo. Ela tinha medo, terror profundo daquele que um dia foi seu melhor amigo - foi, agora não mais - a pessoa que antes fazia o papel de seu anjo da guarda, passou a ser o anjo das trevas?
Lágrimas de raiva, de tristeza, desolação e um medo dessa linha de perder, continue e chegue no seu maior brilho e força. Chegue perto do abismo por vontade própria, ou se jogue. Elena tentava se acalmar, mas não conseguia parar de chorar. Escorria pelo seu rosto corpo e travesseiro,  o que sente e mais sofre com sua tristeza. Dores que infelizmente não saíam junto com a água dos seus olhos cor de mel.
Medo de palavras dita em vão, para pessoa que não necessário saber. Medo de perder o que se mal tem. Medo de sentir o que nem se sabe, se é um sentimento. Lágrimas depois de tantos sorrisos. Elena achou mesmo que ia demorar mais para derramar uma lágrima de tristeza... Infelizmente, errou ao pensar isso.



Haviam dois lados. Os otimistas, que torciam por ela, com todas as forças, acreditando em todas as razões, e todos os tropeços também. E os pessimistas que insistiam, que não importava a razão, os tropeços destruíram, e não havia chance daquilo dar certo. E Sara no meio, escutando cada palavra, cada sussurro, não sabendo que emoção sentir, pois seu corpo transbordava de pura confusão.
Essa confusão chegava a controlá-la, porém a deixando descontrolada em certas situações. Era como se tivesse que fazer e experimentar o que nunca havia. Maiores loucuras passavam por sua cabeça, mas só lá ficavam... Trancadas à sete chaves. Como meras hipóteses.
Existia algo que não era as sete chaves, mas abria aquele "cofre" como uma explosão. Gotas de álcool. Que tinham certos desentendimentos passados com Sara e seu corpo. Ela queria... Mas não queria aquelas gotas à sua frente. O que fazer? Erros? Se naquele momento pegasse aquela garrafa, a parte pessimista passaria a ter razão por não acreditar em suas razões. E assim, não haver chance.
Sara pegou a garrafa                                            E jogou o que continha dentro, pelo ralo.


Aquele semestre, aquele mês, aquela semana pareciam diferente demais, como nunca sido há 16 anos de vivência. Existem aqueles que acreditam em sorte, outros em destino, e alguns otimismo. Lara,  mais especificamente acreditou na sorte como justificativa. Poderia ser o destino, porém ele é muito imprevisível e "pregador de peças" pra confiar.
Aquele ano não estava nada sortudo. De repente quando se espera, tudo melhora. Lara não queria se agarrar na sorte, como sempre se agarrou as coisas boas da vida e não soltou. Só que quando fechava os olhos se sentia agarrada por ela, com batimentos frenéticos em seu coração.
Talvez, ele fossem um casal... A sorte e o destino. Um casal ao qual já brigaram muito, mas sempre se mantiveram um contato, apesar da distância. Um casal que quando separados as coisas não fluem como deveriam. Um precisa do outro, na medida certa.
Exclusivamente, tudo estava mudado. Escola, família, amigos, oportunidades, seu coração e até mesmo alguns pensamentos e idéias. Porém, aquela semana pareceu ser a mais surpreendente em boas notícias de todos os anos, daquele ano, e daquele semestre. Inesperado demais para ser verdade. Só de Lara pensar, sentia uma arrepio em seu corpo inteiro... Dos pés a cabeça.
Ela queria acreditar que esse momento não iria acabar. Ou, iria continuar de uma maneira diferente. Lara sorria com os olhos. Um sorriso, que fazia seus olhos brilharem como um diamante. Sorria com o corpo...  Essa sensação de agradecimentos depois de tantos pedidos, a consumia


A coordenadora entrou na sala do 2º ano do ensino médio. E disse que tinha notícias. Todos pensavam que eram as notas do boletim e já se olhavam com cara de quem precisaria de ajuda um pro outro. Mas daquela vez parecia ser diferente, houve um discurso que soava estranho demais para ser simplesmente por notas. E no meio desse discurso as pessoas ficaram mais confusas. Logo, veio a frase que fez com que todos entendessem "Ano que vem vocês não estarão mais aqui, nós não estaremos mais aqui. Aqui não vai mais existir."
Não houve pessoa forte o suficiente para aguentar aquele impacto, alguns não se seguraram e já começaram a ficar vermelhos e chorar, outros se seguraram ao máximo, porém as lágrimas não deixaram de cair. Não havia uma pessoa sequer que não estivesse tremendo, em choque e chorando. Alguns chamariam de drama, porque nunca passaram em um local como aquele. Era único.
A dor, era como se tivesse perdido um filho, uma mãe, um pai, um irmão. A família inteira. Como se todos de sua família tivessem morrido. Todos simplesmente se abraçando, se desculpando, sem rumo, pensando no que fazer depois daquilo. A irmandade era a forte. Todos juntos até onde for impossível. Agradecimentos e discursos não faltaram, porém foram coisas que simplesmente não ajudaram a consolar e sim, sentir mais falta ainda.
Os flashbacks de tudo que aconteceu passou-se pela cabeça de cada um. Independente do tempo que estivesse lá, as lembranças eram fortes demais pra conseguir resistir, sair ileso. Haviam pessoas que passaram sua vida lá, outras passaram anos (dois a cinco), e meses. Que por incrível que pareça, também sentiram. Também choraram.
Muitas pessoas em volta daquelas pessoas desoladas não entendiam o que se passava. E só pensavam "É muito drama, vai passar". É muito mais que isso. E sempre vai ser. Vai ser eterno. Hoje e sempre. Porque, Colégio Mário de Andrade fez com que um colégio inteiro chorasse por horas, e isso significa alguma coisa. Significa que vamos superar isso e ficar juntos sempre.
No meu coração e de muitos outros. Colégio Mário de Andrade ♥. Sempre vivo em nossos corações


Cansada. Estressada. Desolada. Sensível. Revendo seus conceitos. Frustada. Feliz por certos motivos. Pensativa. Vaidosa. Focada. Amiga. Há espalhar o em sua boca devia ficar.
Atos sem pensar.  Muito bem pensados. Sonhados. Lutados. Sem limites. Impulsivos. De raiva. Vingativos. Alegres. Ciumentos. Amorosos. Incompreensíveis. Maravilhosos. Sensuais. Curiosos. Secretos. Mais e mais.
Houveram esforços. Brigas. Crises. Copos a quebrar. Pessoas para se gritar. A importância foi-se que nem água pelo ralo. Porém, houve alegria. Sorrisos. Risadas. Conversas. Cócegas e coisas que há tempo não estavam em sua mente.
Só que aquela confusão. A batalha. Os sentimentos. Os atos. O planejado. E tudo que se passou foi em vão. O que despertou coisas novas.


Olívia se estremeceu de medo ao ver que depois de tanto tempo, lembranças e tentativas do passado distante, ele reaparecera em sua vida. Seus amigos diziam para ela conversar com ele, pois ele dizia querer isto também. Não havia coragem dentro dela para dizer sequer uma palavra. Porém naquele dia, se mostrou corajosa, apesar do esforço ser enorme. Olhava para Lucca e pensava, em toda aquela conversa em grupo. Não sabia se era destino ou uma piada de mal gosto do "todo poderoso".
Porém, a "piada" ficou mais hilária. A situação ficou confusa e pior. Lucca parecia agora, saber onde ela estava. Passou a frequentar um lugar em comum com ela, se viram quase a semana inteira e aquilo mais difícil para ela, fazendo-a perder um pouco da coragem. Conforme os dias passavam a coragem ficou abaixo de zero. Apesar dela não querer isso.
Seus amigos em comum passavam informações sobre a situação de um para outro. Até que um dia passaram para Olívia a informação de que Lucca estava triste por ela estar distante, dizendo não querer isso. E tentavam colocar coragem dentro dela de novo sobre tal assunto. Houve um ultimo dia de "terapia coragem", mas não porque eles haviam desistido, e sim ela conseguido.
Logo, tudo foi tão rápido e de repente, no mesmo dia que tomou uma extrema coragem, a sortepassou a andar ao seu lado de mãos dadas. Lucca parecia diferentemente normal. A chamou para sair, Olívia se sentiu diferente e feliz, com um sorriso sincero em seu rosto. Parecia surreal demais, depois de tudo. 
Saiu com ele com um pé atrás e sem expectativa, para não perder tempo com coisas assim. Porém, a falta de expectativa foi sua grande surpresa. Tudo que não tinha - tanta - expectativa, foi exatamente o que aconteceu. O que ela não lembrava, teve como relembrar. Foi estranhamente bom e surpreendente. Era somente um pouco mais que amizade.


Os pais de Rebecca não sabiam o que estava acontecendo com ela, tudo parecia demasiadamente estranho e logo, não sabiam o que fazer a respeito.
De princípio tentaram conversar com a diretora do colégio, amigos e médicos especializado, como psicológos e analistas. Não queriam passar disso, dos limites da "ciência" para não ouvirem baboseiras completamente desnecessárias.
Mauro – pai de Rebecca – Desde então estava tendo pesadelo  tão reais com sua falecida sogra  Sara. Toda noite. Estava sentindo algo estranho.
Rebecca, não parecia com si mesma. E sim que houvesse alguém pressionando-a, controlando-a a agir como estava. Daquela maneira sem descrições.
Decidiram então somente observar. E na noite de tal, enquanto dormiam ouviram um barulho da cozinha e foram discretamente "observar". Então percebem que há uma fumaça branca atrás de Rebecca. A fumaça   se forma como uma pessoa e Mauro percebeu, que sim era um fantasma. Mas era Suelen, sua falecida sogra, perseguindo sua filha.
Porque minha filha? Qual a causa da perseguição? – Deu um grito de raiva.
Então Suelen escreveu riscando o chão:
Porque você me perseguiu...

ps. Eu tentei fazer essa história de terror, porque eu tive um pesadelo assim. E achei um máximo, mas não consegui passar exatamente o medo da história. Mas eu tentei.


Vamos pensar como se estivesse postando no dia 28/7. Que seria a real data a se comemorar. É, passou-se mais um ano que tenho esse blog, e como sempre, esqueci. Só para não pensar em branco.
Esse blog é constituído de vivências, sentimentos. E não só de publicidade e um monte de comentários. Até porque, pode-se ver que não há quase nenhum, mas isso não quer dizer que ele não seja lido, ou bom.
A quase um mês de atraso :

Congratulations for me !


Estava sensível como nunca, e podia confirmar com lucidez que não era a geralmente culpada de tudo "TPM". Era como se sentisse, que tudo ficasse pra trás. Ela crescesse, e os outros são evoluíssem. Isso era pra ser bom, certo? Mas não para, Marcela. Queria que tivesse alguém pra acompanhar seus passos. Porém, não só para uma caminhada no bosque, e se perder por uns segundos de alegria. Acompanhá-la até o final.
Já se enganou várias vezes, achando que a companhia seria até o final. E até agora, poucas foram. Aliás, ela não sabe, porque o fim ainda está muito longe de chegar. Porque tantas lágrimas caem do seu rosto? Ela encontrou lembranças, que por ela, podiam ter se perdido no tempo. Parecia um sinal, de que talvez tudo fosse mudar. Iria receber um recado em seu celular, por uma rede social, ou até do jeito mais romântico, por um carta. De qualquer alguém.
Uma pessoa que um dia foi sua amiga, e as duas possivelmente estragaram seu próprio futuro. Um amor, ou falso amor. Uma amizade, ou falta dela.  Uma simples mudança, só isso é o que espera. Um abraço de carinho, um beijo na testa de respeito. Lágrimas de alegria ou orgulho. É tão difícil? O problema ainda é ser diferente? Ter opniões fortes? Ter personalidade?
Marcela só queria entender.


Aquela semana estava demorando muito para passar. Os dias estavam doentes, é bipolares. Cecília não sabia dizer se começou bem ou mal. Pois, para ela a semana começava na segunda, porém os dois diziam domingo! 
Domingo foi bom. Segunda, nem tanto, houve tédio, noite mal dormida, nova amizade e nova briga. Terça, um dia predileto dela, e por razões muito pessoais. Conseguiu melhorar sua semana com coisas inesperadas, que por ela, alegrariam o resto da semana. Foi o que pareceu... Até quarta que houve sua típica briga familiar, ao qual não pôde conter suas lágrimas.
No dia seguinte, só queria um amigo. Ele, o Phill, não a ignorou, mas o resto com toda certeza. E declarou guerra a partir do momento em que mudou e mostrou não ter mais amizade com Ceci. Chorou, mas não perdeu ainda. Porque estava ganhando de sua maneira. Ainda na quinta, viu seus valiosíssimos amigos Lucas Ballist, Carl Terp e Fred Missil. Aqueles que com sua essência, a melhoram pouco a pouco. Nisso, estando mais forte para a guerra.


Aquela garota comum, que na verdade de incomum transborda. Todos os dias ao chegar em casa não consegue completar a tarefa de fazer o que tem que fazer. Seus trabalhos, seus estudos, sua vida social e sua diversão. Só quando se sente muito feliz, mas nunca seria por... Inspiração.
Só que em um certo dia, ela se inspirou grandiosamente, com palavras de "uns certos alguéns" importante em sua vida, alguns estavam à muito tempo, outros foram recentemente que a fizeram sorrir e se inspirar ao mesmo tempo.
E lá foi ela com sua inspiração, sentindo seu coração pulsar, por alegria, inspiração, ou algo não descoberto, ou simplesmente que não queira descobrir. Ouvindo músicas no último volume, cantando, querendo viver, e correr para seu futuro brilhante, sem colocar coisas para trás. As coisas, que ela mais ama.
Bianca provou à todos o quão inspirada ela pode ficar, e ao mesmo tempo inspirar os outros. No mesmo dia, fez todas suas tarefas, mesmo aquelas que mal queria tocar. Se sentiu tão bem. E principalmente ao olhar para o relógio e perceber que tempo mal passou. E ainda restava o seu tempo precioso para a diversão.
Como foi inspirador aquele, fazendo-a esquecer de tudo que era desnecessário.


Podia-se dizer que ela não era mais um criança, ao certo, e sim uma pré-adolescente. Onze anos de idade. Uma idade certa parar você pensar em crescer, e todas essas coisas que as crianças pensam. Em ser vista como realmente são. Em sua própria idade. Porém, Lucy não, era completamente ao contrário.
Agia como uma bebê de quatro anos de idade, forçando a voz, pedindo para lerem a lição para ela, acharem as respostas. Não sendo nem um pouco humilde, achando que tinha a razão. Fazendo birra, chorando à toa, xingando a sua mãe. Como se todos fossem ainda pensar "Ela é só uma criança que não sabe o que está fazendo". Mas não, ela não é mais criança, e sabe o que está fazendo.
Ela se joga no chão, fala parecendo que está gritando, acorda às 6 da manhã, apesar de ter aula só a tarde. E fica reclamando com medo de ficar sozinha e algo machucá-la. Tem medo de escuro, e tem medo de tudo. É super protegida pelos pais. Nunca andou de ônibus, ganha tudo que quer. E faz birra e mais birra quando ganha. Ela já aprendeu como conseguir o que quer.
Uma menina que age como criança. Uma criança manipulador. Que não sabe o significado da palavra respeito.
O que será dessa pré-adolescente, quando virar uma adolescente?Lucy sempre parece estar por trás de onde realmente vive.


Lá estava ela, tentando achar o lugar certo para chorar. Tentou a cozinha primeiramente, mas não funcionou. Correu para o quarto do seu irmão Stanley, já que tal estava possuindo o seu.
O porquê de escolher aquele lugar? Talvez porque parece ser aconchegante e seguro. O ninho de segurança do irmão mais velho. E principalmente a guitarra. A qual , Larissa deitar sobre ela, brincando, aceitando fatos. Tentando criar um simples som para traduzi-la, ou traduzir seu coração de alguma forma intrigante.
O som parecia seu coração, sem o desespero, e só aquele sentimento doloroso de culpa, auto-julgamento e tristeza que a perseguia até hoje. Chegava a parecer a calmaria, um pedaço que ninguém entendia, mas alguém abriu a porta e tudo voltou a ser como era. Era o Stanley


Estava deslumbrante. Fazia tempo que não se arrumava a ponto de ficar deslumbrante, que muitos pensavam que ela iria à um encontro. Porém, só ia visitar uma grande amiga.
Na visita, riram como nunca. Deixaram o som no máximo, se relembraram dos não ainda, velhos tempos, se divertiram de maneira que somente as duas entendiam. Muita alegria para as duas. Sorriso glamuroso no rosto daquela menina deslumbrante, Marcela.
Em sua volta mais cedo que o normal para casa, se sentiu desprotegida e deprimida, porque não havia alguém para ligar para ela com intuito de saber estava no bem a todo momento. Deslumbrante por fora, deprimida por dentro. Aquele sorriso glamuroso? Disfarce, simples assim
Entrou no ônibus, passou pela catraca deu seu sorriso glamuroso ao cobrador, agradecendo. Sentou na janela, ao fundo do ônibus. No assento único. E conforme a brisa vinha em seus cabelos loiros, os pensamentos vagavam junto. Logo, prestou a atenção na paisagem, na janela, e viu seu reflexo. Ao vê-lo, não enxergou seus olhos. "Os olhos são a janela da alma". Já a tinha perdido há um tempo.


O seu coração estava acelerado. Estava nervosa. Barriga embrulhada. Com as poucas coisas que possam ter passado juntos, em sua cabeça. A cada piscar de olhos, uma cena. Sentindo o toque, o carinho. Aline NÃO podia sentir aquilo. Vinha de um erro.  Se apaixonar pelo erro? Pelo "possível" arrependimento? Ela não sabia  onde ele estava, se era longe. Se a queria, se lembrava dela. E muitos outros "se's" em sua cabeça.
Pediu a opinião das poucas amigas que sabiam dessa história de amor secreta. E como sempre, elas foram doces, com pensamento positivo, lhe dando força e a deixando mais nervosa. Teve que beber cerca de três taças de água com açúcar.
Havia um nó. Entre o coração, cérebro, e todo o resto.

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Você cresce e com o tempo, percebe certas coisas de maneira diferente. Sua visão do mundo, das coisas, pessoas e significados, amadurece. É como se tivesse um zoom na sua visão. De maneira, que enxergasse os mínimos detalhes.
E cada ano que passa existem mais desafios para aprender. Poucos são aqueles que percebem que é para aprender. E levam consigo, raiva ao invés de aprendizado. De um certo tempo, aprendi mais ainda sobre um dilema forte em nossas vidas. A amizade, a real.
Desde que me conheço por gente, tinha um pensamento mais otimista em relação à isso – uma das poucas coisas, que havia otimismo -  Mas a própria vida, próprias "amizades" trouxeram pessimismo em meu doce coração, o transformando em amargo.

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Era uma criança, com todos os defeitos que os adultos passam a ter depois de um tempo sem prestar a atenção em si mesmo. Uma mente já corrompida pela sociedade. O certo e o errado foi feito na sua cabeça, pela pessoa menos apropriada. Que por mais que pareça estranho, essa pessoa, era sua mãe. Faltava personalidade, faltava conteúdo, faltava coração.
Ainda se sentia fora da realidade, depois de choque de descobrir o quanto vale o dinheiro, e quanto vale a própria vida. O consumismo a consome desde o primeiro minuto de vida. Presentes, presentes, e presentes. Mais, mais e mais. Nunca menos, nem na alternativa de doar ou pensar em algo mais importante, que de fato, deveria ser sua própria sobrevivência, num mundo tão duro.
Acha digno de seu amor, aquilo, que foi mais caro.

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Decidida então, Júlia deixou de ser amante. Sim, ela era amante, de seu amigo de infância. Uma paixão talvez platônica na infância, que não se sabe ao certo o que virou nos dias atuais. Sua amiga Ingrid, era namorada do garoto, ao qual ela era amante. Ela simplesmente errou feio, na falta de alguém. Alguém que talvez, fosse o Daniel.
Começou a olhar ao seu redor, e enxergar a realidade. Era tímida, mas o tempo foi passando, e descobriu como é ser sociável. Conversou com todos que mereciam sua presença e suas palavras. Ele, passou a ignorá-la desde então. E foi seguindo sua vida. E nessa seguida, tropeçou em algo, não era uma pedra. E era impossível de ignorar.
Júlia tropeçou em Daniel.

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Pietra andava se perguntando na questão amor e em sua mente havia a pergunta "Se existe triângulo amoroso, pode então existir um quadrado amoroso?". Ela se sentia nessa situação, pois além dela, continham mais três pessoas. Que se diferenciavam por detalhes, e umas diferenças bem visíveis, a deixando confusa o bastante para pensar mais do que pensa normalmente.
O primeiro, John. Ela não sabia o porquê, mas ele ainda estava na sua vida, dentro desse quadrado um tanto quanto importuno. Era pra ser um triângulo, no máximo. Já havia de ter tudo com ele, mas perdeu tudo que tinha, e não se conformou, o querendo de voltar enquanto não havia certa cura. Sempre com o coração batendo freneticamente quando algo o envolvia de certa maneira.
O segundo, César.

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Sempre escondi dos demais o que se passava a minha volta, inclusive meus dons, minhas qualidades mais exuberantes. Em todo momento escondida ao algo que era relativamente boa comparado ao resto, nunca deixando um pingo de criatividade e inteligência derramar sobre o respectivo lugar aonde o dom aparecia, porém se uma gota aparecesse, tampava de maneira mais brusca e rápida, para ninguém perceber, que tal existia.
Fazendo as coisas longe, longe dos seres humanos, seres vivos. Todos que podem enxergar. Talvez faça isso por leve – ou enorme – medo de não estar bom suficiente para outros olhos, os olhos tão requintados de uma sociedade com tantas regras limitadas. Me alegrando por acertos, sozinha. Pois os escondo na maior parte do tempo. Momentos de provar dons, eu realmente não me disponho e nunca me dispus à isso.
Sou uma artística escondida, no canto do meu quarto. Ou simplesmente na frente do meu computador, disfarçando o que faço de melhor. Com meus lápis, caneta, papel, tinta e todo material de desenho; trapos de costura; e instrumentos musicais. Jogada dentro deles, ou simplesmente com eles em minha alma. Estou me reencontrando e redescobrindo no meio desses objetos.
Enquanto alguns mostram seu dom com um singelo sorriso no rosto, eu me escondo cada vez mais perto do obscuro



Sinto tudo girando à minha volta novamente. Meu coração, meus sentimentos e minhas lágrimas deixaram de se aprisionar dentro de si, com o intuito de seguir as meras regras da sociedade. E tudo que há de girar vem em minha direção, contra minha pessoa, nem se chegasse a morte colocando forças para aguentar, a força não seria o suficiente para aguentar o que se passa.
Um dia, o que girava, parecia pessoas. No hoje, no agora, puros objetos sem valor algum. Felicidade explosiva e tristeza destrutiva dançando dentro do meu corpo.A tristeza não deixa a felicidade sorrir, trazendo desespero.

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Tudo aquilo parecia muito estranho pelos os olhos de Lorena, era muita informação, aos quais eram completamente diferentes, uma a fazia sorrir, outra chorar, outra a se revoltar e etc. E isso foi causando uma confusão ainda maior em seu pobre e doce coração.
Em um pouco menos de 24 horas, ela queria sorrir e dançar, chorar e morrer, brigar e matar. Seu coração só batia mais rapidamente nessa situação, porque a cura podia ser o próprio veneno. Mas Lorena não queria se envenenar novamente e não ser curada, como da última vez, com aquele "veneno pirata".
O que fazer diante disto? Pois bem, ela nunca mais usou aquele veneno pirata, o jogou no lixo, por mais que fosse de um delicioso sabor. Passou-se um tempo, e nesse tempo ela se arrependeu bruscamente pois queria a composição para comparar os venenos, os tipos; E revirou a  cidade, lixeiras, por essa causa.
Enquanto não achava,  ficava testando a cura, a nova cura. Que ela mesma não sabia se era venenosa ou não, mas diziam que a verdadeira cura era um veneno também, depende da dosagem. Isso meio que a confundiu. Mas continuou com os pés no chão, e ainda a procura. Depois de tanto procurar, achou o veneno, com ajuda de um belo amigo que sabia em que mãos ele podia ter passado.
Descobriu a composição, mas ela não conseguia mentir pra si mesma e sabia que só queria experimentá-lo novamente, e sentir aquele belo sabor.

I can be pensive, you can be so sure
you'll be the poison, you'll be the cure
I'm alone on the journey
Im alive none the less
and when you do your very worst mmm it feels the best


 Parte 1    Parte 2      Parte 3     Parte 4     Parte 5   Parte 6   Parte 7    Parte 8     Parte 9    Parte 10 Penúltima Parte.    

Vira para ver quem é, com esperança que fosse Miguel, dizendo o quanto a ama e que tudo aquilo foi um impulso. Mas não era, era um garoto do ultimo ano que ela só sabia quem era ele por causa de uma festa ao qual ele estava bêbado e insinuava amar ela. E desde aquele dia sentia vergonha de falar com ele, e nem tinha vontade. O nome dele era Brian.
Ele parecia preocupado com Samanta, e sentou ao seu lado pra conversar, e dar conselhos sobre a vida e sobre tudo que já passou, até que começou a contar uma história para ela, uma história que parecia que ela já tinha ouvido. Como um dejavu.

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Tudo parecia irreal. Ela estava cansada de sorrir e fingir frequentemente. Queria mostrar a verdade uma vez sequer, porém seu corpo sempre a impedia, com efeitos colaterais. E quando conseguia mostrar dez por cento da verdade, Luna se sentia por inteira, ameaçada.
Queria chorar, pois estava triste, desiludida, desacreditando, mas não conseguia derramar nem lágrimas crocodilo. Seu coração bate em desespero, em tentativa de ajuda, querendo tirar tudo que tanto a aflige todo dia de dentro de Luna. Porque a água salgada insiste em ficar presa em seus belos olhos azuis cor de mar invés de ser livre?

O pensamento dela foi : "Ser livre deve machucar demais, muitas opções, muitas erradas. Mas o que realmente aflige nessa liberdade é a vida."


,De repente ela quis se sentir loucamente apaixonada por aquele garoto, pois ela sabia que no final das contas esse seria o melhor para ela. Ela sentia isso nele, ele era uma pessoa legal, seu amigo, sentia que uma surpresa – não tão surpresa assim, pois ela conseguia deduzir facilmente as coisas – estava por vir, e principalmente, queria se sentir apaixonada por Hugo, porque ele cuidaria e curaria as feridas de seu coração. Julieta precisava de alguém para isso, depois de tantas lágrimas em vão.
Logo, chega o dia da surpresa não-surpresa. Julieta está sentada no banco do pátio do colégio, lendo o último capítulo de Romeu e Julieta – O livro favorito dela, não só por ter o mesmo nome da personagem principal, mas pelo enredo todo. E pela pouca esperança que ainda restava de encontrar seu "Romeu". – Hugo, vai em sua direção e diz :

Julieta, eu posso não me chamar Romeu, e não ter qualidades como tal, mas posso fazer a nossa história ser melhor que a sua história favorita? Saiba, que ao contrário desta, nunca vou te abandonar. – Ele disse, com muito amor e carinho, olhando em seus olhos castanhos esverdeados.
— Isso foi um pedido de namoro? Pois eu aceito. – Julieta o abraçou.

Se sentiu confortável ao seu lado, e sabia também que ele iria curar-lhe


Ganhei um selo do blog Forget All The Memories e tinha que responder tal pergunta "Quais memórias você gostaria de esquecer pra sempre?" e me interessei pela pergunta a ponto de dedicar um post para respondê-la.


Acho que como qualquer pessoa, gostaria de esquecer aquelas memórias ruins que chegam a te atormentar em dias que pensava que estava feliz. Mas parei pra pensar, e há controvérsias. Se esquecer memórias como essas, sobrará a boa, porém de coisas que já se foram, que sempre sentirá saudade. Nisso, transformando-as em memórias ruins automaticamente. E esquecer coisas boas, nem se fala né? Daria na mesma.
Então, ficaria no meio termo esquecer ou amenizar um pouco de cada. E ter pensamentos no lugar das memórias, como estudos e etc. Ou simplesmente recomeçar, com o aprendizado que houve de todas as memórias, intacto.



No ano de 2020, um amigo está sentado num banco de praça, junto do outro. E estão se lembrando do passado. Comentando no que podiam ter ou não ter feito. Estavam relativamente jovens para pensar nisso, somente 26 anos continham. Mas logo começou um diálogo :

— Em todos esses anos, quem foi sua vida? – Matheus, perguntou para Kevin, curiosamente.
— Quer que eu responde quem eu já achei que era a minha vida, ou quem realmente foi e ainda é? – Kevin ficou confuso, já com uma pergunta que nunca havia pensado, pedindo explicação ao seu amigo.
— Diga-me os dois.
— Está bem – ele começou a pensar em todos seus passos e lembranças, desde dos primeiros, lá no fundo do baú, há cerca de 10 anos atrás – Comecei dizendo a minha mãe, logo que aprendi a falar, depois para algumas garotas como Alice, Mirella, Amanda, Melissa, Laura, Marrie...
— Conte-me mais, sobre cada possível "sua vida" – Matheus o interrompeu, mais curioso.
— Alice, foi uma garota boa, numa hora ruim. Estava perdido no mapa, me segurei nela, e disse que ela era minha vida para não ter que me perder novamente. Mas depois acabei me perdendo sozinho – Ele voltou a pensar, e viu como alguns erram demais, e o que erro traz. Com lágrimas guardadas dentro de si,

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O tão famoso "dia da mentira", chega a ser o dia mais sincero do ano. Você deve estar se perguntando "Como assim?", porém deixe-me explicar.
Todos os dias do ano, milhares de pessoas inventam alguma mentira, das mais mínimas até as mais cabulosas, e acreditam nessa mentira com todo seu corpo e alma, jurando nunca contar... E não contam. Agora, me diz se não é bem mais sincero, você dizer uma mentira e depois ser verdadeiro e bom caráter o suficiente para dizer que aquilo era mentira?
É o que acontece no 1º de Abril, que apesar de ser mentiras por brincadeira, você diz que era. Algo que, em dias normais, as pessoas não conseguem fazer tal coisa, não se contentam em fazer uma mentira e escondê-la dentro de si.

O dia mais sincero do ano, mais que o próprio dia da verdade - que existe, e é uma dia depois do dia mentira, dia 2 de Abril.


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Ela foi correndo e chorando desesperadamente até o gramado nos fundos do colégio, que nesse horário não havia ninguém pois era horário de aula – Que ela estava cabulando, a propósito. Logo, se joga no chão, e fica deitada lá, e chorando. Estava tão desesperada que fez um ato que nunca imaginou. Mandou uma mensagem para seu ex-namorado, Henrique, dizendo:

"Rick, é a Sâ! Não sei se vai ler, ou quer saber de mim, mas não custa tentar, não é? Todos erram em escolhas, e agora te entendo. Vem me ver, por favor. Eu errei, nós erramos, e a vida é feita disso. Não te dei uma chance, mas sei que tem bom coração pra me dar uma. Preciso muito de você."

Mas todos sabiam que aquilo era carência falta de colo para chorar. Logo, veio a resposta: 

"Acha que eu sou seu boneco? Preciso dizer algo pra ficar mais claro? Meu bom coração foi despedaço por um coração rancoroso. Só lamento."

Os pedaços seu coração pareciam estar se desentegrando no ar para nunca mais voltar. E se sentir vazia. Mas de repente, ela sente algo, uma presença, e vem mil e um pensamentos em sua cabeça. Sente uma mão na sua cintura.

(...)


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Ela havia finalmente achado Miguel, mas numa situação que destruiu todas as poucas forças que restavam dentro de seu coração e pensamento. Presenciou Miguel e Amanda se beijando. Ela pensou estar apaixonada pensou que dessa vez seria real. Rejeitou os convites mais tentadores, para se magoar e deixar com que pisoteassem em seu coração. "Será que não me atendeu, não apareceu na minha casa no meu aniversário, e nem pra dizer desculpas por causa... Dela? Minha melhor amiga?" Era o que se passava em sua cabeça.
E quando os dois perceberam a presença de alguém, pararam como se sentissem que estavam fazendo algo errado. E o primeiro a virar pra ver quem era, foi Miguel, que logo que virou poder ver nos olhos cor de mel de Samanta, suas lágrimas mais sinceras caindo. Ignorou Amanda, e correu atrás dela por explicação também. Amanda se sentiu culpada e "usada" ao mesmo tempo.
(...)


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Já em sala de aula – Na aula do professor Roberto P., de ética. – ela ficou pensativa a ponto de não conseguir prestar a atenção na aula, que além de ser sua matéria favorita, era a mais divertida. Todos ao seu redor pareciam estranhos, Samanta não sabia ser era da sua cabeça. Mas houve um sinal que lhe mostrou tudo. Ela era observadora.
O professor sempre deixava claro que ninguém saía na aula dele. Porém, ela viu a Amanda tentando convencê-lo com todas as forças, o que soou muito estranho. Daí o resto da aula, continuou pensativa e preocupada, ainda mais pelo fato do professor não ter dito nada sobre Amanda ter ficado esse tempo todo fora.
A aula acabou. E Samanta vai a procura das duas pessoas mais importantes pra ela, nesse recinto chato chamado "colégio". Miguel, e sua melhor amiga Amanda. Ela não fazia a menor idéia onde procurar sua melhor amiga, então começou pelo Miguel, indo aonde o encontrou primeiro, no banheiro.
A Caminho havia um corredor longo, ao qual ela passou pouco a pouco. Parecia assombrado, pelo silêncio repentino. Logo, ouviu um barulho "não identificado", e foi andando mais rápido para descobrir de que ser vinha. Até que se deparou com algo surpreendente e chocante para seu psicológico.

(...)



Foi de repente. Senti seu beijo de amor e de arrependimento. Senti seus olhar, com lágrimas de pura lástima. Senti que agora, queria ser meu, havia se decidido. Não sabia se conseguiria ser tão dura quanto pensei e planejei,  e resistir. Afinal, ele foi de outra por um breve momento bem longo.
Houve perdão, tal, feito com presentes. Com uma caixa de chocolate branco em forma de coração, da minha marca favorita, minha flor favorita num lindo buquê, e uma carta com palavras tocantes e indescritíveis enrolada, e presa ao invés  de um laço, com a própria aliança de ouro - dessa vez- com nomes escritos, e como ele mesmo indagava "Para agora sim, selar nosso 'felizes para sempre'". Logo, havia maneira de não resistir?

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Eu já tive um pedaço do céu. Mas não era qualquer pedaço. Era o pedaço. O qual não aparecia nuvens, e se aparecessem, eram brancas e fofinhas como algodão, só para dizer um "Olá!". Era o mais azul de todos, um tom de azul único e sereno. O único pedaço que aparecia a parte mais deslumabrante do arco-íris, a cada pingo de chuva. Os raios de sol faziam reflexo naquele azul tão intenso, que parecia sorrir.
Naquele espaço, havia guardas para que nada pudesse estragar algo tão bonito e valorizado. Não entravam nuvens cinzas, pois elas causavam tempestade e destruição por suas frustações. Um dia, uma nuvem branca estava passando por lá dar um "Olá!" como todas. Mas quando já estava lá dentro, ficou com raiva. Raiva pelo ser meu e não dela.

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Ela ficou lá, sentada, chorando e desesperada por uma hora. Logo, era o horário que supostamente começaria a peça. Resolveu ligar pra Miguel, chamava três vezes, e dava caixa postal. Ela estava começando a se deprimir de verdade, mais ainda, pois já bastava Henrique ter estragado a noite de seu aniversário, Miguel iria magoá-la e não aparecer? De todos os péssimos aniversários, aquele era o pior.

No colégio ...

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Ela simplesmente fechou os olhos pensando que não resistiria, porém se surpreendeu com si mesma. No momento em que os lábios estavam quase se tocando, por questão de milímetros, ela o empurrou com muita força, uma lágrima caiu de seus olhos cor de mel.

— Vá embora! Chega de tentativas, não percebe você não faz mais parte da minha viida? Você é um NADA, Henrique – Aumentou o tom de voz, revoltada e segurando as lágrimas dentro de si para parecer mais convincente e forte, apesar de estar bastante fragilizada.
— Mas e o amor que nós tinhamos? – Ele perguntou tentando tocá-la.
NÓS? Não acha que era eu que deveria lhe fazer esta pergunta?Onde foi parar suas juras de amor? Na verdade nunca houve um nós, nessa fonte de egoísmo. Mas não vamos voltar ao ridículo passado que tivemos juntos - Ela saiu de seu estado de raiva, o ouviu, mas ficou fria. Logo mudou, para expulsá-lo de lá e ter paz – E o que ainda está fazendo aqui? Não disse pra ir embora? – Samanta pegou o buquê de flor e jogou em sua cara, com uma força e raiva exuberante.
— Qualquer coisa, me liga – Ele disse como frase final.
Sai daqui – Gritou de maneira que a vizinhança toda ouviu.

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Dia 18 de Fevereiro de 2011, o meu aniversário de 16 anos. Posso dizer que foi um aniversário sem igual. Acho que pelo o fato de mudanças. Mudanças de humor, mudanças de atitudes, e mudanças da vida. Ao qual fizeram o mundo girar de maneira diferente, e até, de maneira mais profunda.
Nunca fui sociável, e de um certo tempo, passei a ser e ter mais amigos, e mais confiança, do que tinha antes. Amizade e confiança, em mim principalmente. Temia muita coisa, muitas pessoas, temia agir. Agora não mais, arrisco como nunca antes, pois tenho que sentir os riscos da vida pra crescer mais. Cresci bastante com vários erros do ano passado. Acho que posso dizer que tenho mais maturidade por isso, por ter quebrado a cara por tantas vezes, não que isso seja bom, é bom por um lado, de crescer.
Passei a dar valor a amizades verdadeiras, ver quem se importa comigo, e ignorar um pouco pra saber se faço falta e se lembram da minha existência. Hoje percebi que estou rodeada de amor e carinho na minha volta, e não é preciso nenhum beijo, ou abraço romântico pra eu me sentir bem. Lógico, é sempre bom um carinho do seu amor. Mas quem disse que não pode ser um amor de amizade? Que sinceramente, chega a ser o amor mais lindo e mais sincero.

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— Olá Samanta! Ainda lembra de mim? – Perguntou Henrique tranquilamente.
— Como você tem a coragem de vir na porta da minha casa depois de tudo que fez? E ainda por cima perguntar se eu lembro de você? – Disse nervosa, trêmula e surpresa. E dando uma risada irônica também.
— Desculpe, eu só vim comemorar o seu aniversário e o nosso um ano de namoro – Então, ele a deu as flores, com os olhos brilhando. Olhando profundamente em seus olhos.
— Que namoro? – Passou um milhão de coisas em sua cabeça, ficou mais confusa do que já estava. Não estava preparada por uma situação dessas. Ficou com raiva, com esperança, e principalmente confusão. E o que ela mais desejava agora, era não tem sentimento algum.
— O nosso – Ele chegou mais perto, pegando em sua cintura. De maneira em que sua respiração forte e que ainda mexia com ela, ficava em seus ouvidos. E ela respirou bem fundo, para tentar se distrair e não pensar no que está em sua frente sem chorar.

Muito perto de lá, estava Miguel. Chegando com um sorriso, e um buquê de rosas vermelhas que havia comprado no caminho. Estava na rua de Samanta, então foi andando, até que chegou a um ponto, que dava para enxergar o portão do edifício de Samanta, e vê-la também. E então, resolveu parar para observá-la, e se deparou com ela, e Henrique bem próximos – Só sabia que era ele, pois tinha as mesmas características que Samanta já havia descrevido para ele, nas diversas vezes que desabafou.

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Era um sábado, e o tão esperado encontro, chegou. Dia do aniversário de Samanta e de lembranças flutuantes. Eles marcaram de que Miguel passasse na casa dela, no começo da noite, 19h, pois a peça começava só as 20h.
Na casa de Miguel, ele nunca havia suado frio daquela maneira. Dormiu a tarde para não parecer entediado por causa do sono. Tomou um banho. Pegou aquele perfume reservado para ocasiões especiais – Que eram poucas – que estava quase cheio. Pegou sua camisa social branca. Um blazer preto, despojado e simples ao mesmo tempo. Abriu o armário para pegar a calça,e bagunça caiu em cima dele, mas achou a calça jeans simples. Pegou seu tênis da Nike mais estiloso. Arrumou seu cabelo loiro médio, o arrepiando. Logo, estava pronto. E pretendia sair uma hora mais cedo, pois iria comprar um presente para ele, e também não queria se atrasar.
Na casa de Samanta. Ela estava com medo, um medo diferente. Ela havia mudado sua vida com sua exuberante força de vontade. Ela conheceu alguém, interagiu, passou pouco tempo, mas seu coração queria dizer algo, havia medo de estar apaixonada, mas não sabia de mais nada. O que ela podia fazer? Ele não parecia o cara certo, muito menos o que iria notá-la na multidão. Ela ainda precisava de tempo para pensar.
Depois de tantos pensamentos, resolveu se arrumar, como estava no inverno, resolveu optar por um vestido curto preto, com um pouco de brilho. Uma bota simples, com umas pedras. Uma jaqueta jeans escura – apesar de ser jeans, era muito quente – do Armani. Para achar todas essas roupas, na bagunça que era seu quarto, não foi fácil.
Na hora de arrumar seu cabelo castanho claro e liso, optou pelo babyliss, e deixou seus cabelos enrolados, colocou uma tiara de lacinhos – Pois ama o estilo romântico. A maquiagem foi simples. Passou um lápis preto no contorno de seus olhos cor de mel, para realçá-los, um gloss rosa bebê para dar um ar de menininha, e uma quantidade mínima de blush na maçãs do rosto. E não podemos esquecer do perfume tão doce que usou. Então, estava pronta e fabulosa para seu aniversário.
Já eram 18:45h, e ela já estava aflita, daí resolveu ligar a televisão e colocar no seu canal favorito, que fala sobre música, e foi se animando e tranquilizando, pois sabia que logo, ele chegaria. De repente, o interfone toca, aflita, ela atende, e diz que já está descendo, sem ao mesmo ouvir a voz de quem está do outro lado.
Quando ela desce, e olha o rosto, o cabelo castanho, e aquelas rosas na mão, ela deixa sua bolsa cair, pois não esperava a sua presença.

(...)


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Faltavam poucos dias para o aniversário de dezessete anos de Samanta. Ela não ia fazer festa, nem mesmo sair com os amigos, pois essa data não significava o seu aniversário. O máximo que iria fazer para comemorar, seria faltar no colégio e passar o dia dormindo, e pensando.
Porém, havia uma pessoa que estava preparando algo especial para ela. Que logo iria revelar. Pois não queria que seu aniversário fosse lamentável daquela maneira. Então ele agiu. Começou a ficar próximo – mais ainda – dela, para as coisas soarem bem. Até que Samanta comentou sobre seu aniversário para ele, numa conversa.

— Esse ano não terei nada de aniversário, só mais um ano – Comentou Samanta.
— Ah, está brincando né? Aproveita, saia com os amigos! – Miguel deu um sorriso de sugestão.
— Que amigos? – Disse zombando.
— Eu. - Foi sério na palavra, e no rosto.
— V-V-Você? - Gaguejou - Como ass... – Não houve tempo dela terminar de se surpreender, pois Miguel queria lhe explica. Logo, a interrompeu, antes de terminar.
— Não, fique tranquila. Não é um encontro, nem nada disso. É um encontro de amigos, vamos dizer assim. Daí iremos num teatro, ver sua peça favorita. E você terá que ir fabulosa, hein? Afinal, será seu aniversário! – Ele explicou tudo para que ela, para que não se assustasse tanto, apesar dele colocar toda sua esperança e forças, nesse encontro.
— Ah, entendi. Desculpa a minha surpresa. Mas, podemos sair sim. Até porque teatro sempre me faz bem. – Ela sabia que não era um encontro de amigos. Resolveu arriscar. Conhecer-se melhor, e conhecê-lo também - Depois me ligue em casa, para combinarmos o horário. Agora tenho que ir para a aula, beijo – Ela mandou o beijo no ar, e foi rápida para não se atrasar.
— Beijo - Só disse isso, pensativo.
 Mais tarde, ele liga na casa dela. E tudo está combinado. Os dois sorriem.

(...)


 Parte 1    Parte 2

Então, o sinal tocou. De maneira que não houve tempo de Samanta dizer sequer uma palavra, pois no exato segundo em que tocou, ela foi roubada de Miguel, por sua amiga Amanda. E começo de aulas, é sempre assim – Ainda mais com garotas – Novidades das férias, fofocas e mais fofocas. Porém, apesar de não demonstrar, Migual ficou triste, ficou irritado, pois ela era quem o tirava do tédio e da solidão. E tudo voltou. Ele pegou suas coisas, pois precisava se centrar em algo, e foi nos estudos, a partir daí.
A caminho da sala de Samanta e Amanda - Sim, elas caíram na mesma sala. A ligação das duas era tão forte, que até nisso - Elas começaram uma conversa curiosa.

— Estou vendo que já esqueceu o Henrique – Amanda começou a conversa, de uma maneira sutil.
— Anh? Do que está falando? – Respondeu Samanta, confusa pelo comentário, e pelo fato de ter que ouvir esse nome, que quase a fez chorar, mas ela sabia que ainda restava forças para não fazer isso em seu corpo.
— Do Miguel, oras – Foi direta no ponto.
— Haha, não acredito! Somos só amigos, porque todos enxergam mais que isso? Quero me distanciar de paixões e relacionamentos. – Ela chegou a ficar indignada com tal comentário.
— Eu acho que enxergam o que se dá pra ver, não pelo seu lado, digo, mas você entendeu. Mas eu te entendo, Sah!
 E então, elas entram em sala, e agora, o assunto é estudos, estudos, e faculdade – Que é algo relacionado ao estudo.

Miguel e Samanta passavam a imagem de um casal, como Amanda disse "Eles enxergam o que se dá pra ver". Mas Samanta não via nada, parecia até míope, nessee quesito. Mas era por não querer ver. O mais novo casal da escola. E tudo, por causa de carinho e risos de pura amizade. Apesar de Miguel, agir estramente muitas vezes, mas Samanta sabia - quer dizer, só dizia - que era brincadeira.
Era uma amizade muito promissora, e muitas coisas faziam os dois pensar, porém, os pensamentos eram distintos. Até que um deles resolver agir.
  
(...)

Ps.Estou tentando atualizar, sempre que possível! E agradeço a todos pelos comentários, é bom saber que tem pessoas que se importam, e se interessam.


Parte 1.

Logo, Samanta passou a dar mais valor a amizade de Miguel. Pois ele meio que a salvou do fundo do poço. E ele tinha consciência disso também. Mas as vezes, Samanta se jogava ao poço novamente, achando que outro ser iria salvá-la. Um ser ao qual, ela queria conseguir ser fria o suficiente para esquecer seu nome, mas o nome Henrique não saía de seus pensamentos. Henrique, o culpado, o motivo dela ter caído num posso tão profundo, e também dela pedir tantas opiniões e conselhos para todos ao seu redor, ao qual, o melhor conselho foi o de Miguel. Pois conseguiu ser simples e maduro, sem se intrometer bruscamente.
Ao chegar ao Colégio Middley naquela segunda-feira ensolarada – A ponto de cegar aos olhos –, a primeira pessoa a cumprimentá-la, foi Miguel. Ele era meio solitário, mas em compensação era sábio e engraçado. Samanta não entendia o porquê dele  ser solitário. E enquanto conversavam, só ouviam cochichos, e sentiam os olhares feios.

Miguel a cumprimentou com a muita intimidade, deu um pulo ao qual a assustou, e então deu um abraço, com ela de costas, riu, e finalmente disse oi.
— E aí, preparada pro terceiro ano?
— Sinceramente? Não. – Respondeu rindo.
— Ah, está sim, você é esforçada! E se eu estou preparado, você também está. – Miguel jogou todo seu apoio nela.
— Falando nisso, já sabe em que sala vai ficar? – Ela perguntou, olhando o folheto das salas cautelosamente.
— Sala 47, e você?
— Sala 41.
— Ah, vamos ficar no mesmo corredor! – Ele sorriu.

(...)

Ps. Desculpem a demora pra postar a segunda parte, pois estava esperando mais pessoas pedirem a continuação. Não houveram muitas pessoas que pediram, mas mesmo assim, eu fiz a continuação. E também demorei, porque voltou minhas aulas. E vocês sabem, como é né? Espero que estejam gostando.



Ela era aquele tipo de menina que sempre que acontecia algo em sua vida – Principalmente com um garoto -, corria para contar para suas amigas, ao qual davam suas opiniões – mas só opiniões –, mas ela as ouvia demais, e sempre fazia o que elas diziam, e concordava sem ao menos pestanejar. Até que ela resolveu mudar.
Aprendeu que tem que se ouvir os amigos sim, mas só ouvir. Porque quem está passando pela situação é você. E quem resolve é você também, e de sua maneira. Até porque, alguns amigos, não eram bem amigos. Alguns mentiam. Logo, enquanto todos os amigos diziam o que ela fazer e só um dizia que iria a apoiar no que fosse, ela resolveu pedir a sua opinião.

— Miguel, o que acha que eu devo fazer? – Perguntou ao menino
— Eu ? – Respondeu surpreso.
— Sim, você. Porque a surpresa?
—Ah, porque, você nunca pediu minha opinião Samanta! Mas me sinto honrado de servir dessa vez, além de só escutar. Sobre o que está acontecendo, eu diria pra seguir sua intuição, seu coração, e sua razão. É, tudo ao mesmo tempo. Primeiro tem que descobrir o que há em comum entre elas, e chegar nesse ponto. E faça suas escolhas, mas converse principalmente. Às vezes há de ser pura falta de comunicação.
— Ah, que profundo Miguel! Não sabia que tinha pensamento assim. Obrigada.
— Por nada.

Foi isso que ela fez, ouviu a opinião do único que sempre se calava, e não era intrometido em sua vida. E descobriu que ele era profundo e sabia muito mais da vida, do que ela mesma imaginava. Talvez por tê-la vivido muito, e ninguém ter percebido essa vivência, ou por simplesmente só ouvir. Ele era sincero, profundo, fazia Samanta rir. Samanta não enxergava. Não enxergava muitas coisas. Ao qual ele via há muito tempo.

(...)

Ps. Se quiserem continuação, digam por favor. Estou pensando numa.


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