Tudo parecia irreal. Ela estava cansada de sorrir e fingir frequentemente. Queria mostrar a verdade uma vez sequer, porém seu corpo sempre a impedia, com efeitos colaterais. E quando conseguia mostrar dez por cento da verdade, Luna se sentia por inteira, ameaçada.
Queria chorar, pois estava triste, desiludida, desacreditando, mas não conseguia derramar nem lágrimas crocodilo. Seu coração bate em desespero, em tentativa de ajuda, querendo tirar tudo que tanto a aflige todo dia de dentro de Luna. Porque a água salgada insiste em ficar presa em seus belos olhos azuis cor de mar invés de ser livre?

O pensamento dela foi : "Ser livre deve machucar demais, muitas opções, muitas erradas. Mas o que realmente aflige nessa liberdade é a vida."


,De repente ela quis se sentir loucamente apaixonada por aquele garoto, pois ela sabia que no final das contas esse seria o melhor para ela. Ela sentia isso nele, ele era uma pessoa legal, seu amigo, sentia que uma surpresa – não tão surpresa assim, pois ela conseguia deduzir facilmente as coisas – estava por vir, e principalmente, queria se sentir apaixonada por Hugo, porque ele cuidaria e curaria as feridas de seu coração. Julieta precisava de alguém para isso, depois de tantas lágrimas em vão.
Logo, chega o dia da surpresa não-surpresa. Julieta está sentada no banco do pátio do colégio, lendo o último capítulo de Romeu e Julieta – O livro favorito dela, não só por ter o mesmo nome da personagem principal, mas pelo enredo todo. E pela pouca esperança que ainda restava de encontrar seu "Romeu". – Hugo, vai em sua direção e diz :

Julieta, eu posso não me chamar Romeu, e não ter qualidades como tal, mas posso fazer a nossa história ser melhor que a sua história favorita? Saiba, que ao contrário desta, nunca vou te abandonar. – Ele disse, com muito amor e carinho, olhando em seus olhos castanhos esverdeados.
— Isso foi um pedido de namoro? Pois eu aceito. – Julieta o abraçou.

Se sentiu confortável ao seu lado, e sabia também que ele iria curar-lhe


Ganhei um selo do blog Forget All The Memories e tinha que responder tal pergunta "Quais memórias você gostaria de esquecer pra sempre?" e me interessei pela pergunta a ponto de dedicar um post para respondê-la.


Acho que como qualquer pessoa, gostaria de esquecer aquelas memórias ruins que chegam a te atormentar em dias que pensava que estava feliz. Mas parei pra pensar, e há controvérsias. Se esquecer memórias como essas, sobrará a boa, porém de coisas que já se foram, que sempre sentirá saudade. Nisso, transformando-as em memórias ruins automaticamente. E esquecer coisas boas, nem se fala né? Daria na mesma.
Então, ficaria no meio termo esquecer ou amenizar um pouco de cada. E ter pensamentos no lugar das memórias, como estudos e etc. Ou simplesmente recomeçar, com o aprendizado que houve de todas as memórias, intacto.



No ano de 2020, um amigo está sentado num banco de praça, junto do outro. E estão se lembrando do passado. Comentando no que podiam ter ou não ter feito. Estavam relativamente jovens para pensar nisso, somente 26 anos continham. Mas logo começou um diálogo :

— Em todos esses anos, quem foi sua vida? – Matheus, perguntou para Kevin, curiosamente.
— Quer que eu responde quem eu já achei que era a minha vida, ou quem realmente foi e ainda é? – Kevin ficou confuso, já com uma pergunta que nunca havia pensado, pedindo explicação ao seu amigo.
— Diga-me os dois.
— Está bem – ele começou a pensar em todos seus passos e lembranças, desde dos primeiros, lá no fundo do baú, há cerca de 10 anos atrás – Comecei dizendo a minha mãe, logo que aprendi a falar, depois para algumas garotas como Alice, Mirella, Amanda, Melissa, Laura, Marrie...
— Conte-me mais, sobre cada possível "sua vida" – Matheus o interrompeu, mais curioso.
— Alice, foi uma garota boa, numa hora ruim. Estava perdido no mapa, me segurei nela, e disse que ela era minha vida para não ter que me perder novamente. Mas depois acabei me perdendo sozinho – Ele voltou a pensar, e viu como alguns erram demais, e o que erro traz. Com lágrimas guardadas dentro de si,

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O tão famoso "dia da mentira", chega a ser o dia mais sincero do ano. Você deve estar se perguntando "Como assim?", porém deixe-me explicar.
Todos os dias do ano, milhares de pessoas inventam alguma mentira, das mais mínimas até as mais cabulosas, e acreditam nessa mentira com todo seu corpo e alma, jurando nunca contar... E não contam. Agora, me diz se não é bem mais sincero, você dizer uma mentira e depois ser verdadeiro e bom caráter o suficiente para dizer que aquilo era mentira?
É o que acontece no 1º de Abril, que apesar de ser mentiras por brincadeira, você diz que era. Algo que, em dias normais, as pessoas não conseguem fazer tal coisa, não se contentam em fazer uma mentira e escondê-la dentro de si.

O dia mais sincero do ano, mais que o próprio dia da verdade - que existe, e é uma dia depois do dia mentira, dia 2 de Abril.


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