quarta-feira, 22 de junho de 2011

Consumindo uma criança.


Era uma criança, com todos os defeitos que os adultos passam a ter depois de um tempo sem prestar a atenção em si mesmo. Uma mente já corrompida pela sociedade. O certo e o errado foi feito na sua cabeça, pela pessoa menos apropriada. Que por mais que pareça estranho, essa pessoa, era sua mãe. Faltava personalidade, faltava conteúdo, faltava coração.
Ainda se sentia fora da realidade, depois de choque de descobrir o quanto vale o dinheiro, e quanto vale a própria vida. O consumismo a consome desde o primeiro minuto de vida. Presentes, presentes, e presentes. Mais, mais e mais. Nunca menos, nem na alternativa de doar ou pensar em algo mais importante, que de fato, deveria ser sua própria sobrevivência, num mundo tão duro.
Acha digno de seu amor, aquilo, que foi mais caro.
Acho digno do seu respeito, aquele que tem seus mesmos problemas. Infantil com problemas fora de seu alcance, problemas projetados para pessoas maduras, que sabem como lidar, quando há uma emergência.
Os que tem menos que Roberta, trata com desprezo. Trata como se fossem escravos, e diz ela que não tem culpa dos outros serem o que serem. Realmente, mas tem culpa de ser como nasceu. Sua mãe é culpada, em primeiro lugar. Seguiu seus ideais, só por ser uma criança? Sinceramente, ela gosta de estar nesse mundo consumista. Aonde, agora, ela é a única consumista que não tem preciosidades para contar vantagem.
Há todos que faltam consumismo, há aqueles está transbordando em sua cabeça. 12 anos de idade, não é suficiente para estar na realidade? Qual a barreira que a impede? Ela criou sua própria barreira, e não faz o mínimo esforço pra sair dela. Dizem que a vida ensina. 
Vida, o que ensinar há alguém que nada entra em sua cabeça se não for de seus ideais? Como ensinar?

Um comentário:

  1. um otim texto, um puta assunto para se pensar


    se tiver twitter segue lá:
    www.twitter.com/isgabisf

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