quinta-feira, 29 de setembro de 2011

O casal Destino e Sorte.

Aquele semestre, aquele mês, aquela semana pareciam diferente demais, como nunca sido há 16 anos de vivência. Existem aqueles que acreditam em sorte, outros em destino, e alguns otimismo. Lara,  mais especificamente acreditou na sorte como justificativa. Poderia ser o destino, porém ele é muito imprevisível e "pregador de peças" pra confiar.
Aquele ano não estava nada sortudo. De repente quando se espera, tudo melhora. Lara não queria se agarrar na sorte, como sempre se agarrou as coisas boas da vida e não soltou. Só que quando fechava os olhos se sentia agarrada por ela, com batimentos frenéticos em seu coração.
Talvez, ele fossem um casal... A sorte e o destino. Um casal ao qual já brigaram muito, mas sempre se mantiveram um contato, apesar da distância. Um casal que quando separados as coisas não fluem como deveriam. Um precisa do outro, na medida certa.
Exclusivamente, tudo estava mudado. Escola, família, amigos, oportunidades, seu coração e até mesmo alguns pensamentos e idéias. Porém, aquela semana pareceu ser a mais surpreendente em boas notícias de todos os anos, daquele ano, e daquele semestre. Inesperado demais para ser verdade. Só de Lara pensar, sentia uma arrepio em seu corpo inteiro... Dos pés a cabeça.
Ela queria acreditar que esse momento não iria acabar. Ou, iria continuar de uma maneira diferente. Lara sorria com os olhos. Um sorriso, que fazia seus olhos brilharem como um diamante. Sorria com o corpo...  Essa sensação de agradecimentos depois de tantos pedidos, a consumia

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Homenagem ao Colégio Mário de Andrade

A coordenadora entrou na sala do 2º ano do ensino médio. E disse que tinha notícias. Todos pensavam que eram as notas do boletim e já se olhavam com cara de quem precisaria de ajuda um pro outro. Mas daquela vez parecia ser diferente, houve um discurso que soava estranho demais para ser simplesmente por notas. E no meio desse discurso as pessoas ficaram mais confusas. Logo, veio a frase que fez com que todos entendessem "Ano que vem vocês não estarão mais aqui, nós não estaremos mais aqui. Aqui não vai mais existir."
Não houve pessoa forte o suficiente para aguentar aquele impacto, alguns não se seguraram e já começaram a ficar vermelhos e chorar, outros se seguraram ao máximo, porém as lágrimas não deixaram de cair. Não havia uma pessoa sequer que não estivesse tremendo, em choque e chorando. Alguns chamariam de drama, porque nunca passaram em um local como aquele. Era único.
A dor, era como se tivesse perdido um filho, uma mãe, um pai, um irmão. A família inteira. Como se todos de sua família tivessem morrido. Todos simplesmente se abraçando, se desculpando, sem rumo, pensando no que fazer depois daquilo. A irmandade era a forte. Todos juntos até onde for impossível. Agradecimentos e discursos não faltaram, porém foram coisas que simplesmente não ajudaram a consolar e sim, sentir mais falta ainda.
Os flashbacks de tudo que aconteceu passou-se pela cabeça de cada um. Independente do tempo que estivesse lá, as lembranças eram fortes demais pra conseguir resistir, sair ileso. Haviam pessoas que passaram sua vida lá, outras passaram anos (dois a cinco), e meses. Que por incrível que pareça, também sentiram. Também choraram.
Muitas pessoas em volta daquelas pessoas desoladas não entendiam o que se passava. E só pensavam "É muito drama, vai passar". É muito mais que isso. E sempre vai ser. Vai ser eterno. Hoje e sempre. Porque, Colégio Mário de Andrade fez com que um colégio inteiro chorasse por horas, e isso significa alguma coisa. Significa que vamos superar isso e ficar juntos sempre.
No meu coração e de muitos outros. Colégio Mário de Andrade ♥. Sempre vivo em nossos corações

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Sentindo mais do que sentia.

Cansada. Estressada. Desolada. Sensível. Revendo seus conceitos. Frustada. Feliz por certos motivos. Pensativa. Vaidosa. Focada. Amiga. Há espalhar o em sua boca devia ficar.
Atos sem pensar.  Muito bem pensados. Sonhados. Lutados. Sem limites. Impulsivos. De raiva. Vingativos. Alegres. Ciumentos. Amorosos. Incompreensíveis. Maravilhosos. Sensuais. Curiosos. Secretos. Mais e mais.
Houveram esforços. Brigas. Crises. Copos a quebrar. Pessoas para se gritar. A importância foi-se que nem água pelo ralo. Porém, houve alegria. Sorrisos. Risadas. Conversas. Cócegas e coisas que há tempo não estavam em sua mente.
Só que aquela confusão. A batalha. Os sentimentos. Os atos. O planejado. E tudo que se passou foi em vão. O que despertou coisas novas.

sábado, 17 de setembro de 2011

Instintos Surpreendidos

Olívia se estremeceu de medo ao ver que depois de tanto tempo, lembranças e tentativas do passado distante, ele reaparecera em sua vida. Seus amigos diziam para ela conversar com ele, pois ele dizia querer isto também. Não havia coragem dentro dela para dizer sequer uma palavra. Porém naquele dia, se mostrou corajosa, apesar do esforço ser enorme. Olhava para Lucca e pensava, em toda aquela conversa em grupo. Não sabia se era destino ou uma piada de mal gosto do "todo poderoso".
Porém, a "piada" ficou mais hilária. A situação ficou confusa e pior. Lucca parecia agora, saber onde ela estava. Passou a frequentar um lugar em comum com ela, se viram quase a semana inteira e aquilo mais difícil para ela, fazendo-a perder um pouco da coragem. Conforme os dias passavam a coragem ficou abaixo de zero. Apesar dela não querer isso.
Seus amigos em comum passavam informações sobre a situação de um para outro. Até que um dia passaram para Olívia a informação de que Lucca estava triste por ela estar distante, dizendo não querer isso. E tentavam colocar coragem dentro dela de novo sobre tal assunto. Houve um ultimo dia de "terapia coragem", mas não porque eles haviam desistido, e sim ela conseguido.
Logo, tudo foi tão rápido e de repente, no mesmo dia que tomou uma extrema coragem, a sortepassou a andar ao seu lado de mãos dadas. Lucca parecia diferentemente normal. A chamou para sair, Olívia se sentiu diferente e feliz, com um sorriso sincero em seu rosto. Parecia surreal demais, depois de tudo. 
Saiu com ele com um pé atrás e sem expectativa, para não perder tempo com coisas assim. Porém, a falta de expectativa foi sua grande surpresa. Tudo que não tinha - tanta - expectativa, foi exatamente o que aconteceu. O que ela não lembrava, teve como relembrar. Foi estranhamente bom e surpreendente. Era somente um pouco mais que amizade.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

The real nightmare!

Os pais de Rebecca não sabiam o que estava acontecendo com ela, tudo parecia demasiadamente estranho e logo, não sabiam o que fazer a respeito.
De princípio tentaram conversar com a diretora do colégio, amigos e médicos especializado, como psicológos e analistas. Não queriam passar disso, dos limites da "ciência" para não ouvirem baboseiras completamente desnecessárias.
Mauro – pai de Rebecca – Desde então estava tendo pesadelo  tão reais com sua falecida sogra  Sara. Toda noite. Estava sentindo algo estranho.
Rebecca, não parecia com si mesma. E sim que houvesse alguém pressionando-a, controlando-a a agir como estava. Daquela maneira sem descrições.
Decidiram então somente observar. E na noite de tal, enquanto dormiam ouviram um barulho da cozinha e foram discretamente "observar". Então percebem que há uma fumaça branca atrás de Rebecca. A fumaça   se forma como uma pessoa e Mauro percebeu, que sim era um fantasma. Mas era Suelen, sua falecida sogra, perseguindo sua filha.
Porque minha filha? Qual a causa da perseguição? – Deu um grito de raiva.
Então Suelen escreveu riscando o chão:
Porque você me perseguiu...

ps. Eu tentei fazer essa história de terror, porque eu tive um pesadelo assim. E achei um máximo, mas não consegui passar exatamente o medo da história. Mas eu tentei.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...