domingo, 2 de outubro de 2011

Wrong. Right.


Haviam dois lados. Os otimistas, que torciam por ela, com todas as forças, acreditando em todas as razões, e todos os tropeços também. E os pessimistas que insistiam, que não importava a razão, os tropeços destruíram, e não havia chance daquilo dar certo. E Sara no meio, escutando cada palavra, cada sussurro, não sabendo que emoção sentir, pois seu corpo transbordava de pura confusão.
Essa confusão chegava a controlá-la, porém a deixando descontrolada em certas situações. Era como se tivesse que fazer e experimentar o que nunca havia. Maiores loucuras passavam por sua cabeça, mas só lá ficavam... Trancadas à sete chaves. Como meras hipóteses.
Existia algo que não era as sete chaves, mas abria aquele "cofre" como uma explosão. Gotas de álcool. Que tinham certos desentendimentos passados com Sara e seu corpo. Ela queria... Mas não queria aquelas gotas à sua frente. O que fazer? Erros? Se naquele momento pegasse aquela garrafa, a parte pessimista passaria a ter razão por não acreditar em suas razões. E assim, não haver chance.
Sara pegou a garrafa                                            E jogou o que continha dentro, pelo ralo.

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