quarta-feira, 30 de novembro de 2011

A rainha do baile...

Confiança é tudo. Então garota,  sobe no salto agora! Mas o salto mais alto, brilhante e lindo que tiver. Eu sei que parece que não consegue andar com ele, a altura parece demais para conseguir se equilibrar por muito tempo sem cair. Mas ficar de cabeça baixa, não vai lhe ajudar a andar com equilíbrio. Cabeça erguida, vamos lá! A cada passo sinta o poder que você realmente tem e sempre teve em suas mãos. Lembre-se só de suas partes boas e otimista. E ande com orgulho, com amor a si mesma. Egocentrismo? Se você não se importar, não confiar em si mesma e blablabla, quem mesmo que vai?
Você é a rainha do baile, com a coroa mais reluzente de brilhante. Você é uma rainha que não depende de um rei batendo à sua porta para te buscar com seu cavalo branco ou carruagem antes do baile. Consegue reinar tudo aquilo que muitas precisam de um rei, sozinha. E talvez, talvez... Um rei a queira mesmo sabendo que não há espaço no reino para ele, mas no seu coração possa ter. Um rei que não temesse o salto alto e a tiara de brilhante. Um rei que não se importasse o quanto a rainha poderia brilhar e ele parecer só ficar apagado por traz de tanto brilho de confiança.

Palavra amiga virtual.

— Vai dar tudo certo, tá? – Guilherme, a apoiando.
— Promete? E se não der certo? Você vai vir pra cá só pra eu chorar no seu ombro? – Com medo em sua respiração, desde então já trêmula.
— Vai dar certo. Não tem "e se não der certo". Vai dar certo.
— Como tem tanta certeza?
— Apenas coloque a certeza em você. E ganhe confiança em si mesma.
— O "e se" não existe então?
— Não. Apenas o "vai dar certo".
— Então vai dar não é? – Heloísa emocionada, e com um leve sorriso no rosto. Sorriso que não conseguiu obter o dia inteiro.
— Sim! Vai dar certo! Confiança Heloísa! Confiança.
— Obrigada mesmo.  – Com lágrimas de emoção escorrendo pelo rosto. As limpando com seu enorme moletom que sobravam em seus braços.

Palavras que saíam de uma conversa online. Palavras sábias e amigáveis de um amigo virtual. Porque o que está longe é o que realmente merecia estar perto.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Ela queria ser...

A melhor em moda. Desenhista, modelista, estilista. A melhor em música, ou pelo menos no seu instrumento, na bateria. Em improvisar, em tocar músicas, em montar ritmos. A melhor escritora. Com licença poético ou não. Com palavras difíceis ou não. A melhor nos estudos. Em química principalmente, mas queria ser a melhor até nas que parecia pior. E ter o orgulho de sentir que conseguiu. A melhor em se sociabilizar. Com piadas, brincadeiras, risos. A melhor namorada, mulher. Sendo fofa nas horas certas, sendo compreensível, bonita, legal. E todos os quesitos, apesar de muitas ela já ter. Queria prendê-lo com seu amor, e com sua possível "sedução".
A melhor em viver. A melhor pra ele. Ao mesmo tempo que queria não querê-lo.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Conexão de extremos

De novo aquela vontade repentina de chorar. E dessa vez tinha até trilha sonora! Soava estranho pois há pouquíssimo tempo estava bem com seu novo vestido favorito - antes de arrumar seu quarto e achar relíquias do passado; Antes de conversar com Serena, uma de suas melhores amigos na época.
Conversar com Serena, deixá-la desabafar, querer sair juntas, simplesmente conversar e lembrar foi bom, mas ruim ao mesmo tempo. Fez com que Veronica percebesse que naquele ano todo não havia visto, saído e muito menos conversado direito com Serena. Não sabia nem seu novo número de celular.
Nisso deu valor ao que agora estava longe, e o que estava perto parecia desprezável. Desprezável por falta de valor dado à Veronica. Queria chorar de raiva e de tristeza. Dois altos extremos. Saudade de todos que estavam longe.
Pois ainda haviam segredos guardados dentro de si, e que só eles podiam ouvir, entender, aconselhar e não julgar. Até chorar junto. Pois a conexão é forte.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Sonhos... Pesadelos.

Sonhos estranhos e distintos à perseguiram em uma só noite. Houveram sonhos de terror; de drama, mas um drama mais romântico; de amor; e sonho de sonho, sabe sonho do que sempre se sonha sem precisa fechar os olhos?
Ela teve um pesadelo com espíritos, relacionado a espelho, e que estava brincando com ela. O bafo que ficava do espelho, sem ao menos ter como ter um bafo, aparecia o rosto dela, de várias formas, sorrindo, normal, e assustada. Larissa - no sonho, logicamente - pegou um batom vermelho e começou a escrever o enfrentando, e então acordou. Se sentiu tão, mas tão ameaçada.
Houve outro sonho, real demais. Lá estava ela, adulta, com todos seus sonhos realizados. Grávida de seu tão amado marido. Não mais amado do que Otávio.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Enjoada de seus próprios clichés.

Extremamente cansada de clichés, de toda que vez estava com o lápis e papel na mão pensar nele e simultâneamente escrever palavras intensas sobre. Talvez simplesmente transbordasse sentimentos em si, que escondia por... medo. Sim, medo. "Que cliché horrível!" Pensava Marrie. Não se conformava em como estava tratando sua própria vida como cliché, apesar de odiar tal. Tão tão cliché, dava ânsia. Dizia não se agarra, que iria "deixar rolar" e então piscou o olho estava sentindo mais do que se permitia. Isso não se parece muito familiar? Sem contar o medo depois de tudo isso.
Sentia falta, falta da surpresa, falta do inesperado, falta de estar com o pensamento errado. A vida de Marrie tinha virado uma comédia romântica para garotas mal-amadas por acaso? Estava certo demais, estava sem riscos. Não estava surpreendente. Surpreendente como no dia em que tudo isso começou. Como nos dos dias. No dia dos olhares e aparição repentina, e no dia do começo do romance! Sim, aquilo foi do coração sair pela boca e voltar. Queria sentir aquilo todos os dias, ou pelo menos quase todos. Medo? Que tal trocar por risco de surpresa?
Seu coração podia bater forte, borboletas no estômago. Podia mudar. Fazer tudo diferente parar ver o que vai dar, e depois entrar na sua máquina do tempo se tudo der errado e voltar e continuar tudo do jeito certinho. Mas não tem máquina do tempo. É agora? Ou é nunca? Havia escolhas. Havia o melhor. O mais divertido. O que faria o querer ser poder. De certo modo era confuso. Ela queria fazer a diferença naquilo que estava acontecendo. Aquilo, pois nem ela mesma sabia ao certo o que era.

She's back

Estava brigada com sua inspiração há semanas. Suas maiores fontes de tal eram a escrita e a moda. Muitos papéis foram jogados fora, e muitas palavras desperdiçadas aquela semana. Não diria desperdiçadas, mas a cada vez que juntava palavras como fonte de inspiração, elas se perdiam dentro do caderno perdendo o seu sentido real. E a moda, ah! A moda. Não conseguia desenhar algo inspirador, vestir algo inovador, e nem inovar o que já havia caído, se sentia perdida sem a inspiração que sempre ficou dentro de sua doce alma.
Resolveu então brincar com suas roupas velhas e tentar inovas, um jeito novo de chamar inspiração. Porque a inspiração adora uma boa brincadeira. Pegou seus jeans mais velhos e que havia esquecido da existência para então transformar. E passou horas brincando com a tesoura, tecidos e agulhas. Grand finale: Um short esportista meio surrado, e um jeans rocker surrado e rasgado. Bendita santa inspiração, voltou com doce vigor! Que não se vá, pois você motiva a vida de Isabelle. Não mais do que a fonte de toda a inspiração que há, um ser como inspiração! Volte todo dia e bata à sua porta querida inspiração. Não a deixe na mão.
Você sentiu a felicidade de Isabele ao ver que você havia voltado. Ao ver que tudo deu certo, e não perda de tempo como as falsas esperanças sempre a mostravam. Ah, falsas esperanças! Essas sim poderiam evaporar, virar fumaça. Mas grudam que nem chiclete.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Um com um são dois.

É tão hipócrita, infantil e estúpido. Garotas que se acham crescidas e maduras o suficiente, porque ... Namoram. Porém dependem do outro, para tudo. E se não fosse pouco, usam como pretexto, culpam o amor por isso! Ah, ele devia ter o direito de se defender de tais ofensas, as únicas culpadas, são elas mesmas.
Não tem ar, não respiram se ele não respirar. Não saem de casa, se ele não sair - com elas, logicamente. Não vivem, se ele não viver. Quem infelizmente nunca ouviu a típica frase "Estou dependendo dele" ou "Se ele for, eu vou!" depois de alguma frase, convite. É, todos, eu sei. Do mesmo jeito que sei também que bateu uma indignação ao ouvir alguma dessas frases.
Não vivem, se ele não viver junto. Não tem personalidade alguma, a não ser a dele roubada. Depois choram por tudo ter acabado, sem enxergar seus erros, e o culpam. Pobre garoto. Sendo que, a culpa é toda da garota. Por não saber ser livre, e nem ser você mesma, saber quem é você! Como isso? Isso definitivamente não é amor.
Depois de viver, descobrir-se... Ela poderá ser madura pra saber que um casal é formado por dois indivíduos diferentes. Isso que atrae, opostos. E que aquilo, não era amor. Somente viva.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

31 de outubro.

A data era bastante conhecida em toda parte do mundo, menos aonde Caroline morava... No Brasil! Porém com um milagre, conhecia pessoas como Melissa. Que tinham espírito de Halloween. E resolveu dar uma grande festa em comemoração às bruxas, mortos-vivos e todos os afins. Em pleno dia de semana. Mas isso não era problema para Caroline.
Se produziu de uma maneira que queria pisar na festa e receber elogios. Necessitava que sua vida fosse um pouco de vida de seriado americano de vez em quando. E aquela data estava prevista para isso. Não tinha de fato um fantasia, e planejou a sua própria com sua sobra de criatividade e estilo. Cores como roxo, preto e vermelho completaram seu visual. Um cabelo com volume, uma maquiagem carregada, e voilá! Foi duas horas atrasada para a festa, seu melhor amigo estava à sua espera na porta de sua casa.
No caminho para a festa da Melissa, eles conversaram. Ela, não ouvia metade do que ele dizia, mas fingia prestar atenção, pois a cabeça dela tava em outro lugar - Em outra coisa, para ser mais específica. Colocou os pés na festa, que de começo, não se animou muito. Depois, abraçou, riu, zuou com os seus amigos... E tudo muda, não é? Se soltou, foi para a pista de dança, e dançou apesar de não saber. Seu corpo se conectou com a música. E com seus sentimentos bons recentes.
Começou a pensar no que de fato se havia se impregnado da maneira mais forte em sua cabeça.  E o que a fazia pensar nisso, não estava lá.
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