terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Bomba relógio humana.

Precisava escrever. Se expressar. Não chorar. Se alegrar. Pensar. Defender. Sentir o lápis rolar por suas mãos delicadas, riscando levemente o papel. Sentir tudo aquilo que ela queria jogar num rio poluído para se degradar fosse passado pelo papel, e sumisse. Rasgar folhas o suficiente para tirar a raiva e encher a lata de lixo. Por raiva, medo ou segredos. Medo do quê? Ah, ela só precisava escrever sem rumo. Tremia, soava, deixava os olhos fechados por mais tempo que o normal, e respirava fundo como se estivesse cansada demais. Não estava doente para todos esses sintomas. Precisava relaxar, afinal, não havia algum vulcão em erupção, nem mesmo uma tempestade por vir, seu cérebro queria enganá-la para que pensasse que havia, mas não. Normalizar os ataques de loucuras e erros de sua vida, não havia mais tempo para isso. Um, dois, três... BOOM! Não aguentou tanta coisa diferente entrando, ficando e se misturando. Pois então, explodiu em pedacinhos e milhões deles haviam espalhados pelo chão. 
Tudo aquilo Consumia Melissa.
Logo, acordou. Era um sonho, mas somente a parte da explosão.

Um comentário:

  1. Puxa...2 coisas me inpressionaram. Esta história é fantástica. As vezes a vida pode nos deixar assim, se não "surfarmos" somos "abalrroados pelo vagalhão..."

    A outra coisa foi o novo layout... ficou muito lindo...

    <3 <3 <3
    :-)

    MV

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