quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Again? Again?

Mesmo nome, David. Emma se sentia presa, perseguida, porém feliz e agradecida, por ser/estar tão querida. A pressão soava como "Ou esse David ou o outro.". E todos sabiam que ela abominava esse tipo de coisa. Sim, adorava se apaixonar, a criatividade e inspiração que aquele sentimento tão intenso a passava. Ficava mais profunda, mais meiga —Sim, mais ainda, mais transbordante.
Mas, não era desse jeito que devia funcionar, há tempos, poderia até cogitar a idéia como foi com Diego e James, que seus textos publicados na internet e alguns guardados secretamente mostram a essência do amor que sentia, e de si mesma. Até hoje, lendo dá para sentir! Seus conceitos mudaram. Mudou com medo. Mas ela segue em frente com seu conceito, mesmo com aquele imenso frio na barriga e coração palpitante.
Houve tempos em que o medo a consumiu, e nada fez.
E houve também o tempo em quê o ignorou, e tudo fez. Não conseguia achar um meio termo. Meio consumida, meio ignorando. Agora Emma pensa estar achando o caminho... Mas é tão confuso! Mesmas músicas, mesma pressão atmosférica em volta de sua cabeça e mesmo calor de nervosismo e confusão. De novo essa nostalgia fazendo com que Emma  compare com o passado.
Precisava de um abraço aconchegante e seguro. Porque David ou David? Seus cérebro estava a sacaneando? Até mesmo quando tentou Marcos, não foi o cérebro que a impediu. Se fosse há um tempo atrás, elas estaria pulando de alegria agora.

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