Quisera, queria, quis, quereria, quer e quererá ele. Foi um pretérito perfeito e imperfeito. É um presente do indicativo. Será um futuro do presente e do pretérito. Sempre a perseguiu cautelosamente, mas aquilo ficava em seu subconsciente. O certo ou o errado? Na verdade, das alternativas possíveis, nenhuma poderia ser chamada de errada. O que lhe preocupava mais ainda. Qual era o dominante e o recessivo, afinal? Cada segundo mudava. E não era assim que tinha que ser. Era muito complexo, era uma raiz negativa, tinha que distinguir o real do imaginário. O fenótipo realmente não deveria importar, por ser o exterior, e poder mudar. Lara queria se focar no genótipo. Era complicado. Era uma transformação Isovolumétrica, havia tempo, porém havia pressão.


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