Estava no fundo do poço. A sua inspiração. Desenhos? Textos? Nada. Seus sentimentos pareciam ter congelado para arte. O ultimo texto feito, não era merecedor para ser publicado. Havia escrito baboseiras desnecessárias. Agora, estava tudo no lixo. Bolinhas e mais bolinhas de papel de um típica artista frustada. Havia raiva e frustração à cada vez que as jogava no lixo. Seu foco foi ignorado. Queria algo novo, esplêndido, inspirador, algo Britânico! Talvez que a lembrasse do seu sonhos tão doce de profissão e moradia    Londres. Não conseguia surpreender, ser clichê, nada.
Se sentia enchendo linhas e mais linhas automaticamente, com palavras aleatórias — Ou isso. Seu raciocínio se perdia. Tinha vontade de chorar, se descabelar. Quando havia concentração e foco, com o simples barulho do vento se perdia completamente, Adeus foco e raciocínio! As palavras que nem ao menos de sua boca saíam, e em poucos segundos saíam da sua cabeça. Era deprimente, trazia ira, porás do seu perfeccionismo. Sentia como se fosse uma falsa arte, uma enganação, a piro arte da sua vida. Onde estava aquele raio de luz, ou aquela xícara de café com marca de batom que traziam inspiração e imaginação fértil?
 Respirava fundo, seu estomago embrulhava. Seu perfeccionismo atacava. Suas lágrimas estavam dentro de si, mais e mais profundas. A queria de volta. Sua inspiração constante. Era a nova analfabeta da arte. Sem assinar o próprio nome de maneira estilosa e única como antes.


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