domingo, 17 de junho de 2012

Crise pré-faculdade.


Força garota! Porque choras? Você é feita de confiança, arte e inteligência. Não deixe com que essas coisas te afastem dos seus sonhos. Você é tão focada, tão diferente. Qual o seu medo? De não ter todo o dinheiro do mundo pra concluir seus sonhos? Sua garra, sua luta e seu suor vão substituí-los para você. Não comprará seus sonhos, irá fazer com que se tornem realidade.
Todos tem essa crise pré-faculdade não é? Mas não era preciso se desesperar, querer se jogar pela janela, não term ais vida social, e se trancar no seu quarto, sem nada, além de livros. Ela era e é especial. Sua inteligência era diferenciada. Pra quê isso? Lembra de subir no salto e não ter medo de cair?

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Carta de uma garota sem conteúdo.



Querido alguém,
sempre vivi só de beleza, e continuo vivendo. Em mim, é mais importante estar com a barriga perfeita, o corpo de causar inveja, meu cabelo sedoso igual ao dos comerciais de televisão. Nos homens — ao qual penso muito — têm que ser sarado, sem nenhum vestígio de barriga, pelo e ser submisso. Odeio gordura, e a falta dela. Tem que ser sarado.
O conteúdo? Bom, o meu, está em falta — a não ser que seja para dizer de coisas fúteis — , mas arranjei uma tática, pois percebi que até os homens que me agradam, gostam de conteúdo. Agora sou uma pseudo-culta e pseudo-crítica. Vejo uma reportagem de algo que eles poderiam se interessar e

terça-feira, 12 de junho de 2012

Remember, dia dos namorados.

Maldita data! Mercedes Não a odiava por estar solteira ou algo do gênero. O fato era que, ela passava a virar a nostalgia ambulante. lembranças, das mais recentes, até as mais antigas. Os amores são coisas marcantes e cada um tem  seu ponto de marca. Alguns, filmes, outros, lugares e por aí vai. Porém, todos os pensamentos pareciam fogos de artifícios em sua mente. Pensamento no que fez de errado, poderia ter feito e hipóteses do que poderia acontecer. Mas só se esquecia de um pequeno detalhe: Já passou! E se quisesse que voltasse, teria que viver no presente. Tarefa difícil para ela, pois, ou vivia no passado ou futuro. E o lugar aonde menos permanecia, era no presente.         
Aquele beijo carinhoso; as brincadeiras de amigos/crianças felizes; os elogios nos melhores e piores momentos; primeiro beijo; pegada de tirar o fôlego; beijo na chuva; desabafo e mais desabafos; momentos de perigo; momentos de descobrimento; ciúmes besta; jantas e almoços românticos; dramas familiares; horas e oras enrolando no poto de ônibus para ir embora; a primeira vez que dormiram juntos; matar o mosquito com a raquete elétrica; risadas e risadas piadas conquistadores; timidez; ir no cinema pra não prestar atenção no filme; passar a madrugada numa festa; O beijo com rodopio romântico, perto da sua casa; O ganho da aliança; buquê de flores; chocolate; o melhor presente de dia dos namorados; retornos em sua vida; confiança; perdão; eventos juntos; respeito; brigas idiotas; brigas sérias; reconciliações. E tantos momentos, que são demais para caber num texto. Não sabia se sorria ou se chorava, depois de relembrá-los. Sorria, por saber a chance e sorte de viver esses momentos, ou chorar por ter acabado e não voltar mais. Era confuso. A data fazia isso com ela.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Confiança racional.

A inteligência era tanta que só vivia de razão. As emoções faltavam naquele pobre coração. Pra quê diabos valia um cérebro maior que o normal, se lhe faltava o amor e amizade? Aquela inteligência tão rara, e razão tão exuberante poderia entender o que se passa numa pessoa ao cair uma lágrima pelo seu rosto? E a sensibilidade, ele possuía? Bem provável que não, por fazer parte do coração.
Confiança, ele tinha, só por ser o mais inteligente da turma, o melhor em debates e argumentos racionais. Era confiante por sua inteligência. Agora, vamos falar um pouco da confiança sentimental, ele a tinha? Chegava perto de uma garota, percebia que estava sentindo algo no coração. Logo, relutava, não e não, ele não queria aquilo. Iria destruir seu conhecimento, sim, o sentimento faria isso. E traria medo, do novo,

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Abra sua mente e aplauda.

Sua vida já era confusa e difícil, dentro de casa conseguia ser pior. A única pessoa com mente aberta e questionamentos sobre tudo, enquanto o resto achava tudo errado e imoral, robôs dos padrões da sociedade, fanáticos por religião, puritanos, preconceito com tudo, dizendo não tê-los com falácias no lugar de argumentos. E ela? Não podia dizer uma palavra, fazer um questionamento sequer. Não tinha ninguém para conversar sobre os questionamentos, as farsas, os preconceitos, a cultura e pensar sobre isso.
Enquanto as pessoas cresciam e fechavam mais e mais sua cabeça/mente, Izabelle abria mais, explorava vários assuntos — até aqueles que não lhe interessavam tanto, para entender de tudo um pouco  —  Aprendendo  a respeita as escolhas que só afetam a pessoa do próprio ato, sem achar errado ou imoral. Sem hipocrisia e falácias. Sendo que nem tinha atingido a maioridade, tinha apenas dezessete anos.
Queria tanto fazer questionamentos sem ter intriga, que a conversa fluísse como um debate, sem precisar ter um certo ou errado, mas com argumentos e conhecimentos reais. Homossexual não é aberração, tatuado não é maloqueiro — quem dança street dance e anda de skate muito menos — , rockeiro não é ladrão/ drogado porque usa preto, uma pessoa não pode ser julgada porque tem piercing, cabelo colorido ou qualquer diferença. Ninguém tem que sofrer por ser diferente, e sim receber palmas.
Quem tem mente aberta pode fazer a diferença no mundo. Essas são as pessoas que o governo mais teme. Como no livro 1984, existe a polícia do pensamento.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Baú empoeirado.

Confusa, pra variar. Aquela nostalgia chata estava a seguindo e dando dor de cabeça. Saudade de pessoas, de momentos, de algo.  Sempre havia uma chave para lembrá-la dessas saudades. Externamente usava o psicológico para ajudá-la a transformar tudo aquilo no País das Maravilhas, porém, por dentro estava sendo corroída, NÃO! Ela não queria aquilo. A felicidade parecia reinar há um tempo atrás.
Tinha que arranjar alguma coisa pra fazer que não a fizesse pensar tanto, parecendo um máquina do tempo. Pois nada iria voltar. O País das Maravilhas era bom, exceto por não ser real. Ela prendia tudo de sentimento nostálgico num baú, que por sinal, estava empoeirado. Mas ele voltou a se balançar, fazer barulho, chamar atenção, pois queria sair de lá.
Os fantasmas do passado queriam visitar seu psicológico e coração. Não seria de passagem, e sim para ficar. Mas ela já estava num clima de mudança, pensava ela. Porém, foi mais física que qualquer coisa. Iria se esquecer das coisas mais marcantes? Não, mas não podia viver do que já passou, moimentos muito melhores aparecerão. As lágrimas serão guardadas para bons motivos, para o dia que precisar chorar... De alegria
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