terça-feira, 26 de março de 2013

You know ...

Você sabe que é o cara certo quando parece um filme e aquela típica cena em que a mocinha conhece um cara que mostra que o seu relacionamento com o pseudo-mocinho era uma droga, dando valor ao mocinho de verdade, o tal que ela conhece... Acontece. No momento em que seu coração bate muito forte por ele e não pelo outro, pensa nele, em seus beijos, suas carícias, seu abraço e ri de suas piadas com piadas com aquele sorriso no rosto, sabe? Quando você não se importa com a opinião e críticas dos demais; sua irmã de consideração e melhor amiga que tanto diziam de você ter dedo podre, falar que dessa vez acertou em cheio. O fato do próprio cara querer cuidar de você e dizer isso com um sorriso, ser um amigo e mais que amigo ao mesmo tempo.
Você se apaixona por esse cara certo no momento em que ele se apaixona pelo seu corpo por completo como nenhum outro se apaixonou, e nem mesmo você. Aos dois ficarem sem graça com elogio um do outro. Quando tem o melhor  fim de semana com ele, ao qual fizera tempo que não tinha igual tão bom e a melhor noite, com carinho, sendo envolvida, acordando na manhã seguinte com um sorriso ao vê-lo ao seu lado. Ele dizer que pensou em você a semana inteira, e estava ansiosa para o final de semana por sua causa.
Você acredita no cara certo quando ele quer fazer passeios diferentes com você, conhecer lugares e os que já conhece, lhe apresentar. Quando a mãe dele já te conhece e gosta de você, convida para almoçar  num restaurante depois de passar a noite na casa dele, e te surpreendendo ainda sim te convida para almoçar na casa da avó dele na outra semana.
Era o apaixonante, acreditável e o certo, mas ia dar certo? Só deixando rolar para saber, só o tempo.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Pequenos grandes detalhes.




Havia comparações no seu cérebro e coração, entre "A" e "B". O garoto que dizia que amava, sentia e movia montanhas comparado ao que devia faltar na parte "amor/amizade" , pois esses deviam andar juntos como um casal. Ah, então Renata e o tal garoto eram um pseudo-casal? Isso era o que ela tinha medo de descobrir.

Eram vários versus em sua cabeça, A x B. Ver uma chuva, quase enchente, com Renata doente e não oferecer  um guarda-chuva ou arranjar um, fazendo com que ela peça ao invés de simplesmente oferecer o guarda-chuva e receber um sorriso. Sua namorada está sem roupa de frio e você veste sua blusa na frente dela e diz "vamos?", fazendo com que ela fique irritada perguntando se está falando sério e se o braço cairia se emprestasse à ela a blusa, quando podia simplesmente ter emprestado por livre e espontânea vontade.
Sem contar versus com um lado só, o da amizade, que faltava e talvez nem passasse pela cabeça do garoto.

sábado, 9 de março de 2013

Lidando com a fase adulta.


Já fazia três semanas que fizera dezoito anos, era hora de mudar alguma atitudes, ao qual devia ter ficado na adolescência. Nesse tempo de adulto não podia existir estresse em excesso, devia aprender a lidar com a situação, pressão, críticas e problemas, sem fugir, tomar sua dose de juízo antes de sair de casa.

Ainda estava confusa com essa mudança de fase, certo e errado mudou, devia aprender a ter controle de si mesma, suas emoções, sua vida. Só planejar não é um sucesso. Ouvia conselho de seus amigos adultos há mais tempo, tentando se transformar aos poucos nessa adulta com controle,  estava antes com tanto estresse,  problemas, pressão, falta de controle, o que mais despreza estava contido nela.

Agora se dava conta de tudo, das dificuldades e no que estava se transformando, prometeu a si mesma que isso ia mudar. Estar na vida adulta não sabendo lidar com essas coisas é motivo para deixar de viver sua vida como deveria e enlouquecer pelo simples fato de não lidar.
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