Queria sentir sono. Porém, sentia raiva. Insônia. Pensamentos sobrevoando à sua volta. Queria sentir amor, porém sentia pena, é, de si mesma. Queria sentir força, mas elas estavam inacabadas, e seu poço pra repor estava fechado pra conserto. Fraca, tão fraca, mal conseguia ficar em pé, nem mesmo mesmo deitada. Sentia dores interiores e exteriores. Eram nos seus orgãos vitais, nos ossos, na mente. Sentia seu corpo arrepiar, se transformar, com medo, pavor do futuro. De ser tão errada, de continuar tão errada, de não ter concerto. Tantas dúvidas, medos e pavores. No meio disso a raiva ia passando... Mas as borboletas no estomago, não as boas, as negras, estavam se suicidando, e era um sentimento, um sentido tão forte e inexplicável. Se arrepiava, por não entender. Queria ter uma chance de ser você, e ser amada sem consertos. Só se fossem Concertos, se é que me entendem;


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