domingo, 31 de agosto de 2014

Ela tá comigo...

É a minha primeira festa com ele. Primeira vez que verei os amigos e serei apresentada. Estava ansiosa, nervosa e com vergonha.  Logo que entrei no local me contraí de vergonha e só queria ficar abraçada com o Flávio. Queria me esconder... Até ele segurar a minha mão, me abraçar um pouco e dizer "Essa é a Giovanna, ela tá comigo". Achei lindo, diga-se de passagem. Deu até um alívio na vergonha, bem de leve, mas deu.
Tentei me aconchegar no meio daquela multidão desconhecida, Flávio tentou me apresentar a todos. Não decorei nem metade dos nomes. Ele foi fazer a social de sempre e eu fiquei encolhida de vergonha, ainda. Umas garotas foram legais comigo, e eu inconscientemente só queria achá-lo pra me abraçar e me ajudar a fazer parte da turma.
De repente, tudo se encaixou. Ele estava do meu lado, fazendo carinho, de mãos dadas. Ajudou com brincadeiras engraçadas. Me diverti. Ri. Me senti tão importante e bem. No meio de tudo se encaixando veio a música, um violão e várias vozes bonitas. Uma melodia gostosa. Uma tarde e noite gostosa. E uma paixão linda de se viver. Cada lembrança vai ser eterna.
Lindo, fofo, retardado, besta. É tão bom de se admirar. É tão bom fazer parte de algo. Com alguém. E talvez se encontrar numa turma também. E não podemos esquecer da compatibilidade, equilíbrio e a delícia que é adormecer ao seu lado. O mundo para e só existe você e eu.

Ele não se cansava de dizer como era sortudo. Mal sabia ele que ela se sentia do mesmo jeito. Sorte de tê-lo em sua vida. "Nossa Gi, como eu sou sortudo"

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Entrelaçados em um só.


É tão bom adormecer ao seu lado. Adormecer sem querer, com nossos corpos entrelaçados embaixo do cobertor. É bom ficar abraçada e sentir o seu calor. Te dar um beijo na testa e mexer no seu cabelo. É gostoso brincar com seu pé. Rolar na cama. Dar risada e te encher de beijos da cabeça aos pés.
Vou te contar um segredo, poderia adormecer ao seu lado, me entrelaçar, sentir seu calor e te encher de beijos sem cansar. Ah, melhor que isso só acordar ao seu lado. Há visão mais bonita e gostosa? Com beijos e abraços. Com carinho. É inesquecível. É aconchegante. Dormir abraçados. Dormir de conchinha. Dormir nos seus braços. Era aquele equilíbrio que a gente já conhece também. Agora não tinha mais como fugir, aliás, não queremos fugir. Pra que? É tão sem palavras estar ao seu lado. Sonhar acordado. Acordar sonhando. 

sábado, 23 de agosto de 2014

A bobeira de estar com você.

Gostava de olhar nos seus olhos. Passar um tempo abraçados. Deitar no seu colo. Dar uma olhada de lado nas estrelas pela janela do seu carro. Observar seu sorriso. Observar seu olhar que lhe fazia tão bem. Adorava fazer carinho no seu cabelo. Elogiar a sua barba. Elogiar a sua barba e te fazer sorrir. Te apoiar com os planos que te fazem feliz. Não se cansava de elogios sinceros. Não cansava de se apaixonar pela sua voz. Seja falando, rindo, cantando. Ah, sua voz ao cantar. Aquelas melodias calmas. Aquelas letras profundas. Aquele sentimento de amor e romântico. Fazia com o que o coração de Larissa acelerasse. Talvez de emoção. Ou era de estar ao seu lado, que simplesmente escapava ao achar tanta beleza em uma pessoa só. 
Sabe aquelas coisas bobas? É, aquelas mesmas que até você acha irritante? Então, para Larissa era só sorriso e riso. Sua pentelhice era de arrasar.  Ela tinha até medo de parecer boba demais perto de você. Tinha os mesmos medos que você e ninguém percebia. Às vezes se perdia em pensamentos, pensamentos em você. E de repente acordava e olhava pro lado e via a realidade. Aquele sonho de estar ao seu lado, era de olhos fechados ou abertos. Leve, alegre, apaixonante (por mais bobo que pareça, e que bobo Larissa, vamos parar por favor!) e divertido de estar acompanhada. 

sábado, 16 de agosto de 2014

Uma das mil coisas.


Angela era apaixonada. Apaixonada por aquela voz. Passava uma serenidade. Uma calma. Aconchego. Como se estivesse deitada na cama, abraçada enquanto ele mexia em seu cabelo e olhasse pra sua boca. Sentia mil e uma coisas e uma e mil coisas ao ouví-la. Um sorriso de canto aparecia. Um sorriso sincero. Uma risada gostosa. Um pingo de diversão ao seu dia a dia. E ao cantar então? Era a coisa mais gostosa do mundo, não se cansava de ouvir, elogiar, e fazer com os seus próprios olhos brilhassem. Era tão estranho e diferente. Mas tava ali.
Sorria de uma maneira linda e indescritível com um simples som, o som da voz dele. É possível? E ele gostava de mostrar sua voz e cantar para Angela. Ela já tinha virado a fã número um. Podia parecer boba, aliás, ela repetia pra si mesma e para ele "que boba eu né, eu sei" e só ouvia como resposta que era fofa isso sim. E ficava vermelha. Nunca encontrara tão pequenas coisas que lhe fizessem tão bem, nem mesmo uma voz que de repente significasse tanto. Podia ser seu despertador, para acordar sorrindo, um toque de celular ou qualquer coisa que envolve som pra ter um motivo pra sorrir do nada, e dele ser lembrado com tanto carinho.

domingo, 10 de agosto de 2014

Leve como uma pluma.

Bruno e Jéssica, tinham uma compatibilidade incrível. Parecia filme ou série de TV. Mas aquelas que tem mais comédia do que qualquer coisa, o que transformava tudo mais divertido. Aliás, Jéssica achou que o que tinha na TV só ficava lá, não era possível ser real um dia. E foi. Ela riu, riu e se divertiu. O tempo passa tão rápido ao lado de Bruno e a vontade é de ficar lá pra sempre. É aconchegante em seus braços e abraços. Segurar a sua mão. Ficar vermelha quando elogiada. Aguentar as "pentelhices" dele.
Passavam noites acordados, e cada segundo valia a pena. Seja rindo de besteira, curtindo um ao outro ou só observando a beleza e o bem que o outro já estava fazendo. "Olha só, já estou me envolvendo" era uma frase mútua, e com um sorriso no canto do rosto. Talvez ela estivesse sendo boba, aliás, estava se sentindo assim, era normal? A leveza do momento, a parceria, o dar tão certo. E foi assim, do nada, de repente, talvez uma obra desse tal senhor destino que colocou o Bruno ali. Ou colocou Jéssica ali na vida dele. E parecia que já se conheciam há muitos e muitos anos, a maneira que conversam, dão risada, se zoam. 

"Não é o tempo nem a oportunidade que determinam a intimidade, é só a disposição. Sete anos seriam insuficientes para algumas pessoas se conhecerem, e sete dias são mais que suficientes para outras" - Jane Austen.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Amor incondicional.

Caro leitor, você pode pensar pelo título que esse é mais um daqueles textos de declaração de amor, não está errado, garanto que é uma declaração, mas não do amor que está pensando. Não de um amor de verão, mais de uma estação, um namoro, um caso, com beijos na boca e tesão. É o amor inocente. 
Aprendi com ele que o amor existe sim. Nas horas boas e ruins. Sabe aquele discurso de casamento? Na saúde e na doença, na pobreza e na riqueza e todo blablablá até que a morte os separe? Isso existe. O jeito que diz meu nome, o aprender a andar, a falar, cada passo, cada evolução. Você baba de orgulho, quer proteger e não quer ver crescer. Porque é tudo tão bonito, simples e inocente. A risada, é a coisa mais gostosa do mundo, se ele chora, eu tô chorando junto. Tenho dó quando ele se machuca e apoio as manhas que nem criança junto. Me salva dos dias tristes, dos dias estressados. Se eu passo uns dias longe, lá está ele querendo me ligar e falar comigo. Chega em casa chamando meu nome e me procurando.

A cena mais linda, a cena que curou meu coração de qualquer coisa, que fez eu acreditar em muita coisa... Foi quando depois de um mês de férias e sem ver o amor da minha vida eu finalmente fui buscá-lo na escola. Ele me viu, ouviu a minha voz lá longe do portão e saiu correndo, desesperado pra me ver, e quando o portão se abre, mostra o sorriso mais lindo, os olhos mais brilhantes e a felicidade mais linda do mundo, abra os braços e pula no meu colo, me abraçando com força. A vontade? De chorar de felicidade, de ter essa coisinha tão linda na minha vida. 
Melhor que isso, só acordar com ele do meu lado, os beijos e os abraços. Me cutucar pra acordar, me dar beijo pra acordar. Se eu to com um dodói ele pede pra passar remédio e faz carinho. Meu irmãozinho, a luz da minha vida, meu orgulho. 

sábado, 2 de agosto de 2014

Seu pedaço frágil.

 Helena pega o celular, e logo manda uma mensagem.

—Vamos sair?
— Agora? 
— É. Agora, passa aqui pra me buscar. Por favor. Eu não to legal.
— Sério? Acabei de acordar, mas vou tentar me arrumar. Meia hora tô aí, ok?
— Ok.
— Onde você quer ir?
— Só quero fugir de uns problemas, vem logo que já tô pronta. E me faça rir bastante.
— Pode deixar, a gente vai se divertir. Já to saindo.

Eles saíram e visitaram cada canto da cidade. De norte ao sul. Leste ao oeste. Rindo. Brincando um com o outro. Só um breve momento pausaram pra falar sobre o problema. Mas logo Vincent revirava o assunto e Helena já dava altas gargalhadas. Eles observaram as estrelas. Conversaram e muito. Andaram por aí. Uma calmaria que não era dela tomou conta. Jantaram juntos. E ela voltou já com sono e cansada demais pra casa pra pensar em algum problema. 
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