sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Não vou gastar meu tempo precioso com você, hoje.


Ela está tão acostumada a não poder contar com as pessoas, que quando alguém te dá algo em que confiar, contar, ter esperança, ela se agarra. Pobre menina. Deveria continuar no costume.
Se agarrou na esperança de contar com uma pessoa, ela falhou. A partir daí já desanda. Depois houve pedidos de desculpas e promessas que dessa vez seria diferente e que eu podia contar.
Ah, promessas... Clara já desencanou, odeia promessas, odeia quebra de promessas, odeia ver elas se quebrando bem na sua cara e os cacos a acertando, é, machuca. Já estava decepcionada, principalmente com ela mesma.
Não satisfeita tentou contar com outras pessoas, que a decepcionaram também. E se não a decepcionaram, irão decepcionar. Já sabia, era de costume. Mas quis acreditar mais uma vez e o baque foi ainda maior. Dessa vez, a pessoa não podia e nem iria perder tempo da vida dela por Clara. E o "desculpa" no final da frase, que não queria dizer desculpa nem arrependimento.
É difícil ter que viver a vida sozinha, quando você faria pelos outros o que eles não fariam por você.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Súbita (ilusão de) felicidade.


Por que sempre me iludo achando que vou ter um dia bom? Essa estúpida onda de otimismo que aparece acaba ainda mais comigo. Durmo chorando, acordo chorando. Durmo com raiva, acordo com raiva. Durmo com a cabeça cheia de problemas e acordo com mais ainda. Uso a palavra "durmo", mas se dormi dois dias em um mês é muito.
Tenho mania em me agarrar, colar com super bonder nas pequenas coisas que me fazem bem. Grande erro de uma garota estúpida.  Como a súbita vontade de ser feliz ou estar feliz, que dura dois segundos e me ponho a chorar, suar de nervoso, gritar e xingar.
Eu só queria ter um dia inteiro, 24 horas de paz e felicidade, sem interrupções. Pra ser sincera, acho que nunca tive isso na minha vida, e não sei é possível ter ou sequer existe.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Already dead.


Já morri há muito tempo. Só sobrou meu corpo vivendo (lê-se sobrevivendo) no automático. As pessoas dizem que vou acabar com suas vidas se me matar, mas a vida já fez isso por mim. Já estou morta e as pessoas querem se confortar em ver apenas meu corpo vivo. Do que adianta se mente e a alma já se foram?
As vezes me esforço para ressuscita-las, e me arrependo mais ainda. Uma nova morte, mais sofrida e mais dolorosa. Vocês não percebem que já não faço bem a ninguém ao meu redor por que já morri? Já acabei com suas vidas, pois estou morta. E não queiram se safar dessa culpa , pois só morri por causa do esforço do dia-a-dia de cada um de vocês para matar cada pedaço de mim, sem sobrar resquícios.
E quando percebem que a única coisa com a qual se agarram  ( o corpo) está a ser perdido, se desesperam. Ó, quanta hipocrisia.

Ela vive de aparências.

Passei a minha vida inteira ouvindo coisa ruins sobre um parente, coisas como ele ser um merda, um inútil que não sai do lugar, um louco, uma pessoa em que não se pode confiar entre outras histórias terríveis e cabulosas. Tive raiva, ódio dessa pessoa. E de repente, minha mãe me transforma nessa pessoa, diz que sou todas essas coisas ruins. E acha que não me machuca.
Ela enxerga que estou nervosa e num momento ruim, e os potencializa. Choro todo dia, ela não pergunta se está tudo bem ou o que aconteceu. Só o típico "para de drama", pois não entende o drama dos outros.
É dissimulada e falsa na frente dos outros, faz com que eles acreditem que ela é essa pessoa boa fantasiada. Diz que faz e fez tudo pelos filhos, só esqueceu do psicológico. Usa até de frases que não acredita como "Você é forte, guerreira", "Você vai conseguir se levantar" na frente dos outros. Nunca sequer disse isso pra mim. E mal sabe ela que o que eu tenho que lutar todos os dias, ser forte e guerreira é ela.

Enough!


Hoje na terapia um dos tópicos foi "promessas". Sempre tive expectativa e acreditava nas pessoas, e sempre saía decepcionada. Era uma pessoa em especial na minha vida, que por causa disso virei as costas para ele. Agora a história se repete e podemos usar a frase "errar uma vez é humano, duas é burrice". Assim que me sinto, burra, trouxa. Tenho que começar a me amar e não depender dos outros, ter autonomia.
Tenho me matado todos os dias com os meus compromissos para fazer parte das suas (falsas) promessas. Promessas que sempre são quebradas. Não as faça mais. Não marque nada comigo. Não me faça ter a gastrite atacada, crise nervosa e crise de ansiedade. Não diga que quer me ver, quando não quer. Não envolva outras pessoas que gostem de você e também vão se magoar.
Tenha empatia, se coloque no lugar do outro.
Estar neutra durou tão pouco igual as partes felizes da minha vida.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Hoje estou neutra.


De repente, depois do alívio de ter resolvido 1% dos meus problemas, parece que veio uma onda de sorte (será?) ou relaxamento. Os problemas começaram a se resolver sozinhos. Por exemplo, eu tinha cerca de cinco ou seis pendências para resolver e agora sobrou uma e meia. Uma que essa "meia" eu acho que consigo resolver sozinha tranquilamente, mas a última pendência precisaria de uma ajuda que sei que não posso contar. Não posso contar pois ela se acha superior demais para isso. Ela se acja muito ocupada, muito sem tempo. E apesar do nosso combinado de meio a meio com as tarefas, eu fico com muito mais que meio.
Alguns dizem que isso existe porque sou muito boa nessas coisas, realmente boa. Mas acho que sou boa em me esforçar, ter garra, ir atrás do que eu quero, ser determinada. E o resto é bom de abusar de pessoas assim. Achar que os 5% do que está fazendo já é demais para a sua capacidade. De repente seja, mas não é desculpa.
Mesmo eu tendo que ficar feliz com as pendências indo embora, estou neutra, indiferente, foda-se. Afinal, melhor não sentir nada do que ser consumida por sentimentos ruins.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

(Re)descobri o amor.


Eu passei boa parte da minha vida convicta do que era amor. Chamei muitos de "amor da minha vida" em vão, por impulso, pelo momento. Eu via o amor de uma forma diferente, e nos últimos três anos tudo mudou.
Eu estava acostumada à amores egoístas, amores sem discussões ou debates, amores idênticos, amores fáceis. Só existia a parte boa, cada um na sua, sem envolver o outro em seus problemas ou se o outro se envolvia ouvia respostas clichês ou estúpidas.
Em 31 de julho de 2014 descobri o amor. Descobri o que é olhar para o lado e ver como o outro está, dar a mão nos piores momentos. Ficar do lado em momentos realmente difíceis tanto para você quanto para o seu parceiro. Brindar pelas vitórias, por menor que ela seja. Largar tudo para salvar o outro. Mas parece que agora, no fim de 2017 esse amor ficou mais evidente aos meus olhos. E eu só tenho agradecer mesmo que às vezes não seja isso o que eu demonstre.

Um alívio.


Completei uma das milhares de tarefas que tinha que fazer para o TCC. E apesar de ainda ter milhões, me sinto aliviada. Aliviada de que apesar de estar morrendo por dentro o TCC está ficando perfeito. As roupas estão sendo muito elogiadas, a orientadora quer colocar nosso projeto para frente e inscrevê-lo em programas.
Ainda tem aquela professora que duvida da nossa capacidade e sempre nos cobra ou diz que não está bom o suficiente, mas só ela tem essas ideias.
Mas apesar de tudo, hoje, tirei um peso das minhas costas. Um peso enorme. Mas ainda estão por vir iguais ou mais difíceis. Mas vou tentar viver um dia de cada vez. Um problema de cada vez. Quem sabe me ajuda. Estou até tentando entender meus dementadores. Será que tudo isso é uma fase? Que vai passar? Eu espero que sim, pois a sementinha da esperança está brotando.

Uma cartela de rivotril, por favor.


Achei uma cartela de calmante no meio das minhas coisas, mas sinto que nem eles conseguem me ajudar. Tomei uma pílula, mas o suficiente seria uma cartela, porque só dopada para me acalmar. Estou com os nervos à flor da pele. Eu não sou mais a prioridade, não me arrumo, não penso em mim, não tenho tempo pra mim. Tenho que ficar em último lugar.
Se a vida já é tão difícil agora, em que as pessoas dizem "Você está começando a viver agora", não quero ver o resto da vida. Se as pessoas já são tão cruéis no começo da vida, não quero ver essa crueldade crescer. O mundo não é feito de super-heróis que vencem super vilões, o mundo tem mais super vilões e poucos super-heróis, vilões esses que destroem cada sementinha de heroísmo que nasce nas pessoas, tornando-as miseráveis.
Não peço que ninguém entenda o sofrimento dos outros, ou os menospreza por não entender. Peço empatia, apoio. Não force a barra, o que funciona para você, não necessariamente funciona para os outros.  

domingo, 29 de outubro de 2017

Isso é viver?

Essa foi a primeira noite depois de meses em que consegui dormir de verdade, desligar a mente, relaxar. Foi tão bom que não queria acordar e encarar a vida real. As outras noites passava acordada e chorando, com crises nervosas, raiva e medo. O medo que me consome.
Ao abrir os olhos, o que já era de costume  estava acontecendo, o vazio. Os olhos cheios de lágrimas, preparada para as notícias ruins daquele dia e ser maltratadas pelos dementadores da minha vida. E  esse vazio só foi crescendo cada vez mais, a culpa apareceu de brinde e muita raiva também. E eu penso "Ou morro ou mato", porque parece a única saída para a dor e sofrimento.
As dores psicológicas já estão passando para o físico. O choro é comum, desespero também. Dores pelo corpo, dores ao se mexer, sentir que vai desmaiar a qualquer momento. Queria me desligar, das pessoas, dos barulhos, dos problemas. Viver numa ilha deserta.
Pelo menos tive algumas horas de paz nesse caos que chamo de vida. O que foi um milagre.

sábado, 28 de outubro de 2017

Empatia universitária.

Vocês já perceberam que na universidade não existe a palavra empatia? Não existe para os alunos (ou sua  maioria) para os professores e nem para a Instituição em geral. Não sei dizer qual o pior, mas temo que seja o conjunto da obra.
Os alunos são egoístas e só pensam no próprio bem. Eles não se importam com o que você está passando, seja um problema de saúde, problema psicológico, problemas familiares. Mas a coisa muda quando isso acontece com eles, eles são as vítimas e não podemos tratá-los (leia-se maltratá-los) da mesma maneira que fizeram conosco.
Os professores além de achar que a matéria deles é a única existente, colocam um "se vira" na testa. Não tem apoio. Não importa o quão desgastado você está ou tão sem dinheiro. Só querem ganhar o salário no fim do mês.
E a Instituição em si? Fica calada, calada às injustiças. Joga a responsabilidade nos alunos. Não tem um aconselhamento psicológico. Eles só querem dinheiro. Numa dessas, um menino se matou na minha universidade. Ninguém se importa.
E pior por que ninguém se revolta contra isso?

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Anger.

A raiva já me consumiu por completo. Sinto um incomodo no coração, como se fosse infartar a qualquer momento. Sinto falta de ar toda vez que tento respirar. Sinto dor no corpo todo, como se estivesse dias sem dormir e trabalhando sem parar. O que na teoria é verdade, pois minha mente não tem descansado um minuto sequer e tem trabalhado sem parar. 
A raiva me consumiu tanto que não conseguia ficar ao redor de qualquer barulho. Precisava de silêncio, minha mente implorava por isso. Barulho de TV alta, porta batendo, pessoas chamando, estava insuportável. Me deixava mais arisca e mais de saco cheio. E principalmente um vazio enorme no lugar do coração, como se ele tivesse sido sugado por toda essa raiva. Vazio que tira esperança, paz e traz bastante tristeza e vontade de chorar.
Eu só queria ser feliz.
Eu só queria poder ser feliz.
Eu só queria ter o direito de ser feliz.

Minhas máscaras.

Eu uso minhas máscaras todo dia. Já me acostumei. Acostumei tanto que as vezes acho que o sentimento que a mascara passa é verdadeiro. Acredito como uma verdade essa mentira que vivo todos os dias.
Eu uso muito a mascara de força e todos ao meu redor acreditam nela, acreditam tanto que abusam. Afinal eu fiz tudo isso e ela continua forte, vamos continuar. Isso não a afetou nada. E o mundo está tão acostumado com Alice forte que estranham qualquer momento de fraqueza ou de revolta. Eles se revoltam. Ela saiu do padrão esperado.
O mesmo acontece com a mascara da felicidade. Todos estão tão acostumados que não sabem lidar com a tristeza, a explosão e não entendem porque fiquei por "tão pouco" na cabeça deles.
Não é fácil viver mascarado, as vezes mascarado de si próprio.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Dementadores da vida real.


A cada dia que passa eu me convenço mais que o mundo é feito de grande filhos da puta sem empatia e egoístas. Pessoas que se acham superiores e menosprezam os demais. Pessoas que não se importam se você está num momento ruim, com crise de nervoso e até doente. Você tem que fazer a sua parte e a deles. Você tem que resolver os seus problemas e o deles. Aliás, o deles são prioridade. Eles são prioridade. Afinal eles são superiores, porém sem sabedoria nenhuma.
Meu pai me disse uma vez que vampiros existem. Eles são pessoas que sugam a sua energia, toda sua energia boa, te deixando fraco e com os sentimentos ruins, igual dementadores. As pessoas na verdade são dementadores.
E eles já têm sugado minha energia há anos. Eu desejo a morte de todos os dementadores que já passaram pela minha vida. Queria matá-los com as minhas próprias mãos e sentir o prazer da minha energia voltando pra mim. Energia que não tenho um encontro duradouro há muito tempo.

A pedra no sapato.


Já estou acostumada em ser a pior parte na vida das pessoas. O mínimo que elas tinham era dó de mim. Só ficavam do meu lado por isso. "Coitadinha". Nada foi muito real, minha vida foi construída por mentiras. Minha vida ainda é uma mentira. Cheio de pessoas hipócritas ao meu redor.
Tão hipócritas que dizem que se preocupam, que não querem que eu faça mal a mim mesma porque vou estragar a vida delas. Vida essa que eu estraguei só de chegar perto. Seja sincero, não seria um alívio me ter longe? Em outro plano? Ou melhor, sem sofrer? Nem eu e você? Sem sofrer ao seu lado?
Não aguento mais ser a pedra no sapato das pessoas. Sendo que não tem uma pessoa que não ache isso.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

CVV.

Estava navegando pela internet em busca de imagens para os meus textos depressivos. Procuro "death", e antes das imagens aparecerem um mensagem:
"Se você ou alguém que você conhece está lidando com problemas emocionais ou sofrendo de distúrbios alimentares, auto flagelo, pensamentos suicidas, por favor saiba que ajuda está disponível. Entre em contato com o CVV"
Foi o meu primeiro contato. A primeira vez que usei. Iria optar pelo chat, mas seria o numero 68 a ser atendido. O chat já não era eficiente. Logo, tentei pelo Skype, primeira ligação e desisto. Pensava "Será que devo me expor assim? Será que vai me ajudar?". Tomei coragem e liguei novamente. E gostaria de saber quem foi o rapaz de voz serena que me ajudou. Que ficou indignado com os meus problemas, que disse coisas bonitas e para me fortalecer, e que principalmente me passou paz de espirito.
Nos primeiros minutos eu falava chorando e solução de tanta dor e sofrimento. Foi cerca de uma hora e meia de conversa. E quando desliguei, eu já era outra pessoa. E hoje, apesar de triste e nervosa, me sinto melhor. Acordei com uma angústia e vazio menores e pouca esperança, que geralmente é nula.
 

domingo, 22 de outubro de 2017

Flash de liberdade.


A cada piscar um flash. Um flash de liberdade. Liberdade de tanta dor e sofrimento. Primeiro flash, com cartelas de remédio, e ao acordar, tudo se foi. Segundo flash, se jogando de um penhasco, sentindo a liberdade de voar nos últimos segundos de vida. Terceiro, com armas, bem no coração, seja uma faca ou uma arma de fogo. No fim desses flashs sempre há uma luz linda, uma paz interior, um sentimento de que finalmente acabou.
É fraco, mas por um lado é também muito corajoso. É um dilema, você não pode tirar sua vida porque os outros vão sofrer, mas você tem de continuar sofrendo. Será que não essas pessoas egoístas? Estão preocupadas com o próprio sofrimento do que o alheio. Até agora, o que fizeram de verdade para cessar o sofrimento alheio?

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Odeio.

Odeio pessoas sem empatia. Odeio injustiça. Odeio pessoas folgadas. Odeio pessoas irresponsáveis. Odeio ser feita de capacho. Odeio chorar. Odeio ficar com raiva, raiva essa que me consome dentro das minhas entranhas. Odeio essa família relapsa. Odeio os segredos que tenho que guardar. Odeio não ter controle da minha própria vida. Odeio ter que resolver os problemas dos outros, o tempo todo. Odeio o fato de ninguém se importar com os meus problemas. Odeio pensar em matar outras pessoas. Odeio pensar em me matar. Odeio ter medo da morte. Odeio ser tão contraditória. Odeio ter que faltar nos meus compromissos para ser a criada da rainha mãe. Odeio não ser uma prioridade, nunca. Odeio falsar promessas. Odeio expectativas. Odeio como minhas vida é uma bomba relógio. Simplesmente odeio.
E principalmente, odeio ter tanto ódio dentro de mim.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Not again.

Depois de muito tempo, aconteceu. Achava que não ia acontecer mais, e que eram coisas do passado, mas aconteceu.
Desligamos o telefone brigados, e você nem se importou de me deixar um pouquinho melhor antes de desligar. Me fez chorar, e pareceu não se importar muito com isso. Eu estava feliz e calma até essa ligação, tinha até dito a você que finalmente ia ficar calma depois desse semestre deturpado. Mas parece que eu feliz e calma não é a sua meta.
Você não brigou só uma vez comigo, como duas. Foram duas ligações. A primeira você brigou comigo por causa da minha família, por causa dos meus problemas com a minha família, me julgando errada ou injusta. Desligou o telefone sem se importar, e sem me deixar melhor. Na segunda ligação, eu já estava me sentindo mal pelo jeito que fui tratada e ia comentar que parecia que você não queria mais falar comigo. E não queria mesmo. Assumiu. E começou com histórias absurdas de eu não gostar de ninguém, e me perguntando se eu gostava de alguém além de você, ainda insistindo nos meus problemas de família.
Depois de um tempo, começou a falar que não me queria numa saída com os seus amigos, arranjando desculpas como "Você não quer ficar no meio de um monte de homem e sem assunto". Nem parece que me conhece, sendo que eu geralmente me dou muito melhor com homens do que com mulher. Sempre tive amigos homens e sempre me queixei sobre as possíveis amigas mulheres. Depois de eu argumentar bastante, e falar que na verdade isso parecia vergonha ou medo de estar comigo, você finalmente assumiu. É, tinha medo de eu sair com seus amigos, porque pelo que parece eu nunca fiquei o tempo suficiente nos lugares com você, até mesmo quando eu estava passando mal, mas isso parece que não importa.
No momento, minha gastrite está atacando, estou com refluxo e obviamente passando mal de nervoso, sem contar o choro.
Minha vontade era ter desligado na sua cara.

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